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07/10/2010 - Bem Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pirataria rende mais que o tráfico

Curitiba será uma das cinco cidades escolhidas pelo Ministério da Justiça para participar do plano nacional.

A pirataria movimenta anualmente, no Brasil, cerca de US$ 520 bilhões, contra US$ 360 bilhões que são movimentados, em média, pelo tráfico de drogas. A pirataria também financia uma série de outros crimes graves, como a lavagem de dinheiro, o tráfico de armas e o próprio narcotráfico, além de afastar investimentos externos, de afetar o mercado de trabalho, de causar sensíveis prejuízos à indústria nacional e comprometer a arrecadação tributária.
Diante deste quadro, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), órgão vinculado ao Ministério da Justiça que reúne representantes do Poder Público e da sociedade civil, lançou ontem, no auditório da sede do Ministério Público do Paraná, em Curitiba, o projeto estratégico “Cidade Livre da Pirataria”. A iniciativa contempla pioneiramente Curitiba e deverá em breve ser implantada em Brasília e também em São Paulo, reunindo esforços da União, do Estado e do próprio Município, com incentivos para a criação de mecanismos locais de prevenção e repressão da atividade ilícita.

Curitiba será uma das cinco cidades escolhidas pelo Ministério da Justiça para participar do plano nacional de combate à pirataria. Para isso, a cidade terá um plano municipal específicos para o combate à pirataria. Também foram escolhidas para participar do plano nacional as cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto e Brasília. Neste municípios, os agentes públicos serão treinados para combater a pirataria.
Software — Estudos da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) revelam que o Paraná perdeu em 2009 cerca de R$ 244 milhões decorrentes da pirataria de software e é, atualmente, o 5º colocado no ranking dos estados com os maiores prejuízos. De acordo com um estudo realizado pelo International Data Corporation (IDC), se a pirataria do setor fosse reduzida dos atuais 56% para 46%, a região geraria mais de 3,7 mil empregos diretos e indiretos, a indústria local de tecnologia teria um acréscimo no faturamento superior a R$ 422 milhões e o estado um aumento na arrecadação de impostos da ordem de R$ 96 milhões.

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