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02/10/2010 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça confisca 15 carros de luxo de suspeitos por fraude

MP também pediu bloqueio de mansões dos empresários campineiros.

A Justiça decidiu confiscar 15 carros de luxo que pertencem aos suspeitos de integrar a quadrilha acusada de fraudar licitações e lavar dinheiro. Juntos, os veículos valem R$ 5 milhões. A denúncia dos crimes foi feita pelo Ministério Público há duas semanas, que também pediu o bloqueio de mansões dos supostos envolvidos em Campinas.

Segundo o promotor que investiga o caso, Amauri Silveira Filho, os carros pertencem a José Carlos Cepera, Maurício de Paulo Manduca e Emerson Geraldo de Oliveira. Entre eles estão Land Rovers e Mercedes Benz, avaliadas entre R$ 300 mil e R$ 400 mil. Os veículos começaram a ser procurados na última quarta-feira (29), mas ainda não foram localizados.

O Ministério Público também pediu à Justiça o bloqueio das duas mansões em nome dos empresários campineiros Manduca e Oliveira. As casas, avaliadas em R$ 2 milhões, ficam nos bairros Nova Campinas e Jardim das Paineiras, em Campinas.

O bloqueio dos bens foi solicitado para garantir o futuro pagamento de indenizações, caso os suspeitos sejam condenados.

Habeas corpus para Cepera

A defesa de empresário José Carlos Cepera, preso há 14 dias, entrou com pedido de habeas corpus referente a prisão preventiva na última quinta-feira (30). Luiz Flávio Borges D'Urso, advogado de Cepera, disse que a decisão deve sair nos próximos dias. O pedido foi feito para o desembargador Camilo Léllis, da 15ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ), o mesmo que negou o pedido de habeas corpus referente à prisão temporária no começo desta semana.

O caso

Oito pessoas foram presas durante a operação da Corregedoria da Polícia Civil e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão ligado ao Ministério Público, na sexta-feira (17). A suspeita das autoridades é o envolvimento em fraudes em licitações em todo o país.

O grupo agia de duas formas. Em uma delas, dois lobistas de Campinas pagavam propina a políticos e funcionários públicos para direcionar o resultado da concorrência. Desta forma, empresas envolvidas garantiam os contratos.

Outra forma de atuar era fazer acordos com outras empresas para combinar os preços e conseguir que as ofertas do grupo fossem sempre as mais baratas. Depois, os lucros eram divididos.A Justiça acolheu o pedido do Ministério Público de quebra de sigilo bancário e bloqueio de contas de todos os suspeitos presos.

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