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09/06/2007 - O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

A história se repete


MENSALÃO
Maior escândalo político desde a queda de Fernando Collor, o termo entrou para a História do Brasil para designar a compra de apoio parlamentar que o governo Lula manteria no Congresso Nacional. As investigações mostraram coincidências entre saques no valor de R$ 27 milhões das contas das empresas de Marcos Valério - tido como operador do esquema - e votações importantes nas Casas Legislativas. O dinheiro seria originário de estatais. O caso chegou a abalar o projeto de reeleição do presidente Lula, levou deputados a cassações e renúncias, e derrubou figuras proeminentes da República, como o então poderoso ministro da Casa Civil, José Dirceu.

VAMPIROS
Operação da Polícia Federal, desencadeada em maio de 2004, que levou à prisão empresários, lobistas e servidores, acusados de manipular compras de medicamentos para o Ministério da Saúde, então chefiado por Humberto Costa. O alvo principal da quadrilha eram as compras de hemoderivados. As investigações da PF e do Ministério Público Federal concluíram que o prejuízo aos cofres públicos atingiu R$ 120 milhões de 1997 até aquele ano. A fraude teria começado no ministério no início dos anos 90. A manipulação das compras ocorreria mediante o pagamento de propina, e o centro da fraude seria a Coordenadoria Geral de Recursos Logísticos, que comanda as compras do ministério.

SANGUESSUGAS
Chefiado por Luiz Antonio Vedoin e Darci Vedoin (pai e filho), donos da empresa Planam, o esquema consistia em venda superfaturada de ambulâncias para prefeituras municipais. O dinheiro, do Ministério da Saúde, era dividido com políticos, com e sem mandatos. A organização criminosa foi desmontada pela Polícia Federal em maio de 2006. Foram presas, na ocasião, 48 pessoas e cumpridos 53 mandados de busca e apreensão por 250 policiais. Todos foram soltos e respondem a processos em liberdade. O caso rendeu uma CPI no Congresso Nacional, onde 67 pessoas foram indiciadas. Desse grupo, 34 foram que ouvidos ao longo da investigação acabaram indiciados pela PF por formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

NAVALHA
Um dos mais recentes escândalos envolvendo políticos e dinheiro público, a Operação Navalha, da Polícia Federal, revelou a existência de um grupo que atuava num sofisticado processo de obras superfaturadas, basicamente da área da construção civil, bancadas com dinheiro federal. No total, 46 pessoas foram presas e duas estão foragidas. O grupo era organizado em três níveis. No primeiro, atuavam pessoas diretamente ligadas à construtora Gautama. No segundo, estavam os auxiliares e intermediários, principalmente os responsáveis pelo pagamento das propinas. No último havia autoridades públicas que tinham a função de remover obstáculos à atuação da organização criminosa. Numa das vertentes, as investigações chegaram ao presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que teve de explicar o pagamento de despesas pessoais por um lobista ligado à construtora Mendes Júnior.

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