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25/02/2006 - Jornal de Jundiaí Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Autônomo se fazia passar por advogado

Por: Fernando Dias


O autônomo George Dumonte Coelho, de 36 anos, residente na rua Benedito Castilho de Andrade, Parque Eloy Chaves, foi detido ontem em seu escritório, a AD HOC Consultoria, localizado na rua Baronesa do Japi, 219 e acusado de estelionato e exercício ilegal da profissão. De acordo com declarações do advogado Newton César Vitale, de 44 anos, membro da Comissão de Ética da 33ª Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil, na manhã, ele atendeu uma senhora que se queixava de ter ido ao escritório de advocacia, na Baronesa do Japi a fim de resolver um problema. Ela informou ter sido atendia por George Dumonte Coelho, que se identificou como advogado, cobrou honorários e não resolveu a pendência. Vitale informou que já tinha recebido semelhante denúncia em data anterior. O representante da Ordem consultou o cadastro dos advogados e constatou que George não era profissional da área.

Depois disso, Vitale fez contato por telefone com George, informando que estava com um problema com seu veículo, e marcou horário com o mesmo para ser atendido. No horário aprazado (14 horas de ontem) Vitale foi ao encontro levando na retaguarda uma guarnição da Polícia Militar. De acordo com Vitale, o acusado se apresentou como advogado e disse que resolveria o problema do cliente, pois conversaria com os advogados da financeira de igual para igual. Ele cobrou de honorários, R$ 500, ajustando que, solucionado o problema, receberia mais 20% de comissão. Ele informou ainda, que fazia todo o processo, mas que este era assinado por um colega de prenome Paulo Rogério.

Com Vitale estava seu colega, o também advogado Paulo Fernando Braga de Camargo, membro da Comissão de Direitos e Prerrogativas da OAB, que a tudo testemunhou. Diante da constatação do exercício ilegal da profissão, os advogados solicitaram à Polícia Militar que conduzisse o acusado ao 7º Distrito. O caso foi apresentado ao delegado Luiz Carlos Branco Júnior, que após analisá-lo, determinou aos investigadores Hélio De Berard e Andréa, a elaboração de Termo Circunstanciado de Ocorrência, capitulado como Exercício Ilegal da Profissão, tendo como vítima a Ordem dos Advogados do Brasil, e um Boletim de Ocorrência de Estelionato, figurando como vítima Dalva Aparecida de Melo Basto, de 39 anos, e como acusado George Dumonte Coelho.

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