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22/09/2010 - Correio da Bahia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF investiga esquema de corrupção entre deputados e a Justiça do MS

Em vídeo, um deputado explica o que foi feito para impedir a investigação sobre o prefeito de Dourados.

A Polícia Federal tem nas mãos um vídeo que revela um suposto esquema irregular de repasse de dinheiro a deputados e órgãos da Justiça de Mato Grosso do Sul. A gravação faz parte das investigações que levaram o prefeito de Dourados para a cadeia por corrupção e formação de quadrilha.

No vídeo, Eleandro Passaia, o secretário municipal que gravou as imagens do pagamento de propina em Dourados, conversa como Ary Rigo, deputado estadual pelo PSDB no sexto mandato, aliado político do prefeito de Dourados, Ari Artuzi.

O deputado conta o que teria feito para barrar as investigações Ministério Público sobre o prefeito que acabou preso junto com 27 pessoas duas semanas atrás: "Você dá R$ 300 mil pro Ministério Público, seguramos tudo. Agora, se ele cometer alguma besteira, agora aí eles vão pra cima, porque eu não tenho mais como dar dinheiro. Não tenho”.

Na conversa gravada em junho deste ano, o então secretário municipal em Dourados, Eleandro Passaia, pede conselhos ao deputado Ary Rigo. Diz que o prefeito de Dourados está com dificuldades para pagar uma espécie de mensalidade aos vereadores do município. O deputado, então, diz que é preciso reduzir os valores pagos aos vereadores e explica que, por causa da lei da transparência, os deputados de Mato Grosso do Sul também estão ganhando menos.

"Lá na Assembleia, nenhum deputado ganhava menos de R$ 120 mil. Agora, os deputados vão ter que se contentar com R$ 42 mil”.

O deputado Rigo diz ainda, no vídeo, que também haveria pagamentos a desembargadores e ao Ministério Público Estadual.

Nesta quarta-feira, na Assembleia Legislativa, o deputado Ary Rigo negou qualquer irregularidade: “Nós não tivemos interferência nenhuma nas decisões do Ministério Público e do poder judiciário. O Ministério Público pediu tudo o que tinha que pedir: prisão, afastamento do cargo, sequestro dos bens. Mas se tem qualquer insinuação, qualquer maldade, isso não é verdade”.

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