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22/02/2006 - Jornal de Jundiaí Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatário comandava golpes de dentro do CDP

Por: Fernando Dias


Preso em Jundiaí em outubro do ano passado, Luiz Carlos Bravin, de 39 anos, líder de uma quadrilha de estelionatários com ramificação em todo o Brasil, mesmo recolhido no Centro de Detenção Provisória de São Bernardo do Campo, continuava chefiando seus comparsas. A descoberta foi feita pela polícia de São Bernardo, ao prender no último final de semana, Jovêncio Soares de Andrade, conhecido por "Magrão" e Andréia da Fonseca.


Por meio de anúncios publicados em jornais e na Internet, o bando oferecia a venda de veículos que nunca existiram. Bravim e "Magrão" se faziam passar por funcionários do Banco GM e da montadora Volkswagen. As vítimas depositavam os valores correspondentes à primeira parte da negociação, em contas indicadas pelos membros do bando e só depois tomavam conhecimento de que se tratava de golpe.


Depois de um ano de investigações a equipe do delegado Paul Henry Bonzon Verduraz, do Garra de São Bernardo, descobriu que o escritório da quadrilha estava instalado no Condomínio Passargada, na rua do Retiro, em Jundiaí. Uma super operação foi montada para a prisão de Bravin. Seu sócio, ao perceber a movimentação policial conseguiu fugir. Nesta ação da polícia, foram apreendidos quatro computadores, dois notebooks, 32 celulares, três aparelhos de fax, um scanner, diversos documentos (dentre eles recibos de depósitos e cheques devolvidos) e um cofre, que conti-nha diversos documentos.


Na época, o delegado Seccional de São Bernardo do Campo, Marco Antônio Paula Santos, estimou que a quadrilha aplicou o golpe em aproximadamente 1.000 pessoas e conseguiu arrecadar cerca de R$ 6 milhões. "Essa prisão aconteceu graças ao trabalho de toda a equipe de investigadores e devemos esta conquista também à Unidade de Inteligência da Diretoria do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo)", ressalta o delegado.


De acordo com a polícia, as investigações duraram três meses e Andrade, preso em Bragança Paulista, seria o sucessor de Bravim, assumindo a liderança da quadrilha nas negociações. Após constatar as conversas telefônicas, agentes penitenciários fizeram revista dentro do presídio em que Bravim está, onde um aparelho celular foi encontrado e será analisado pela Polícia. "Acreditamos que nove pessoas estejam envolvidas no esquema da quadrilha e, em breve, serão identificadas e responsabilizadas", declara o delegado. (colaborou Willian Corrêa da SSP/SP).

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