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15/09/2010 - Mogi News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cuidado com os golpes de clonagem de cartões

Por: Ariane Noronha

Prejuízos do setor bancário com crimes eletrônicos chegaram a cerca de R$ 450 milhões no primeiro semestre. As fraudes pela Internet subiram de 2,6 bilhões para 9,3 bilhões.

Ficar atento com as máquinas de cartão de crédito ou débito em estabelecimentos comerciais, utilizar um caixa eletrônico em local movimentado e não emprestar o cartão para terceiros são algumas das dicas dadas por especialistas para evitar que um usuário seja vítima de golpes de clonagem por fraudadores. Estes tipos de fraudes somam 45% do total. Segundo a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), roubos aplicados pela Internet ou por telefone vem crescendo a cada ano.
Em uma nota enviada pela Febraban, foi informado que só no primeiro semestre de 2010, os prejuízos do setor bancário com crimes eletrônicos via Internet e cartões chegaram a cerca de R$ 450 milhões, valor que, se fosse mantido, apontaria um total, ao ano, de aproximadamente R$ 900 milhões, o equivalente ao registro de 2009. As fraudes pela Internet dobraram, passando de 10% para 20% do total entre 2003 e 2009, subindo de 2,6 bilhões para 9,3 bilhões.
De acordo com a coordenadora da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Poá, Vera Lúcia Rodrigues de Souza, as pessoas que sofrem o golpe da clonagem devem tomar duas providências: a primeira é fazer um boletim de ocorrência na delegacia para registrar o crime. Após este registro, os cidadãos podem se dirigir ao Procon para que sejam analisados os prejuízos que eles tenham sofrido e para que a autarquia possa fazer uma tentativa de conciliação entre a instituição financeira e o cliente. "O banco é responsável pela manutenção das contas dos clientes e é por isso que cobra uma taxa às pessoas. Em alguns casos, a instituição financeira deve ressarcir o cidadão", disse.

As dicas dadas pela coordenadora para evitar ao máximo este tipo de fraude com o cartão do banco são: não deixá-lo em fácil acesso de outras pessoas; não guardá-lo com a senha; não deixar na posse de terceiros, mesmo se forem parentes; e não pedir ajuda a desconhecidos na rua e sim solicitar informações a funcionários da agência bancária que possuem um crachá de identificação. "O que se pode fazer é prevenir os golpes, porém, ninguém está livre deles".
O coordenador do Procon de Itaquaquecetuba, Djalma Lavras da Costa, aconselha as pessoas a evitar usar caixas eletrônicos afastados e optar pelos centrais, que há mais movimento e mais segurança. "Nos caixas isolados, os fraudadores têm mais tempo para montar um ´chupa-cabra´", aconselhou.

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