Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

18/09/2010 - Portal Terra / O Dia Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Extratos falsos cobriam golpe a aposentados no Rio, diz CPI


Extratos bancários falsificados foram utilizados para encobrir aplicações financeiras ilegais com o dinheiro de aposentados e pensionistas de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. A fraude foi apontada pela CPI do Previni, o fundo de pensão dos funcionários da cidade.

Cerca de R$ 10 milhões foram usados para comprar papéis (debêntures) da Casual Dining S/A, segundo a CPI. A empresa tem o mesmo endereço da Casual Dining Participações S/A, responsável pela emissão de título em que foram investidos, de maneira irregular, R$ 60 milhões do Previ-Rio, fundo da Prefeitura do Rio.

Previni e Previ-Rio

De acordo com o relatório da CPI - entregue na sexta-feira à Presidência da Câmara de Nova Iguaçu -, um dos responsáveis pela aplicação foi Luciano Otávio Dutra Leite Barbosa Filho, diretor administrativo e financeiro do Previni entre 2005 e 2009. Barbosa Filho ocupava o mesmo cargo no Previ-Rio em janeiro de 2010, quando o dinheiro deste fundo foi aplicado em título da Casual Dining. Ele foi denunciado à Justiça pelo Ministério Público Estadual.

Rumo do dinheiro

Segundo a CPI, R$ 11 milhões foram depositados, em julho e agosto de 2008, em agência do Banco Real na Barra. Extratos entregues ao Previni por Barbosa Filho indicavam que o dinheiro fora investido no próprio banco. Mas R$ 10 milhões haviam sido usados, em 2008, na compra de papéis recém-lançados da Casual Dining - operação não informada ao Previni. A pedido da CPI, o Banco Real emitiu extratos que comprovaram a falsidade dos anteriores. Em fevereiro de 2010, o dinheiro foi devolvido.

CPI responsabiliza ex-prefeito
O ex-prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, é acusado pela CPI de medidas que causaram um prejuízo de cerca de R$ 400 milhões ao Previni. Segundo o relatório, ele cometeu crime de apropriação indébita ao permitir que a prefeitura ficasse com recursos do fundo. Na noite de sexta-feira, Lindberg negou as acusações e atribuiu os problemas do Previni à administração anterior que, segundo ele, não repassou contribuições previdenciárias.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 236 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal