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10/09/2010 - Diário de Natal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Universitário preso por liderar bando de clonagem de cartões

Rapaz detido ontem em Mossoró teria movimentado R$ 1,2 milhão em um ano. Fraude era interestadual.

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu 13 membros de uma quadrilha especializada em clonagem de cartões, na manhã de ontem, no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Rio Grande do Norte e Paraná. O estudante de educação física da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern) Lívio Aires Bezerra, 21 anos, que seria líder do grupo, foi preso em Mossoró, a 279km de Natal. Ele supostamente comprava informações de cartões de crédito em países da Europa, como Ucrânia e Rússia, para revender em todo o Brasil. A operação Trilha Virtual teve participação da Polícia Federal.

De acordo com o delegado-chefe Pablo Aguiar, da 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), estelionatários do Paranoá (DF) foram monitorados durante oito meses para que a quadrilha fosse desbancada. Lívio residia em Mossoró e foi preso em casa. O chefe do bando movimentou cerca de R$ 1,2 milhão em um ano, fruto de estelionato, segundo a polícia.

De acordo com informações da assessoria de comunicação da Polícia Federal em Mossoró, Lívio comprava trilhas (códigos eletrônicos) de cartões de crédito internacionais em um site da Rússia por valores equivalentes a R$ 20 e revendia para outros acusados. Segundo a PF, ele foi preso no bairro mossoroense da Boa Vista, onde residia com sua mãe.

Ainda de acordo com a investigação, o dinheiro ficava na conta da mãe do acusado, no entanto, ele afirmou que ela não sabia sobre transações. "Ela teria dado a senha e o cartão para o filho e não tinha acesso ao saldo", esclarece o delegado. Lívio não tinha fonte de renda, mas declarava à Receita Federal cerca de R$ 11 mil ao mês. Além da quantia, o jovem comprou três imóveis em sua cidade.

"Pode-se dizer que ele é um dos maiores estelionatários do Brasil, por ter levantado grande quantia em pouco tempo", explica o delegado. Os dados dos cartões eram obtidos pela internet, ou por aparelho conhecido como "chupa-cabra", utilizado para roubar informações bancárias. Além de Lívio, nove pessoas foram detidas no DF, dois em Goiânia e um em Curitiba. O grupo acusado responderá por estelionato e formação de quadrilha.

Sobre as transações feitas no exterior, o delegado explica que, ao final dos depoimentos e após o relatório final, será decidido se o caso será julgado pela Justiça Federal ou comum.

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