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07/09/2010 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Receita investiga o esquema de fraude

Autores da Receita Federal de vários Estados estão em Fortaleza para auxiliar a PF a apurar o esquema do iraniano.

Quinze auditores da Receita Federal, de vários Estados Brasileiros, chegaram a Fortaleza com a missão de trabalhar na apuração do crime de contrabando internacional cujo principal acusado é o comerciante iraniano Farhad Marvizi, apontado pela Polícia Federal como ´cabeça´ de uma organização criminosa que agia em Fortaleza. O grupo é apontado como responsável por, pelo menos, 11 assassinatos na Capital.

Os auditores terão pela frente a missão de relacionar todos os produtos que foram apreendidos pela PF do Ceará durante a ´Operação Canal Vermelho´, ocorrida há três semanas e que culminou na prisão do iraniano e outras 20 pessoas, entre elas, seis policiais militares.

Milhões

Em Nota Oficial distribuída à Imprensa, na tarde de ontem, a Superintendência da PF informa que, os 15 auditores da Receita irão preparar os autos de infração da mercadoria encontrada em poder do grupo criminoso chefiado por Marvizi. Os bens estão avaliados em cerca de R$ 5 milhões.

A mercadoria é formada, basicamente, por material importado, entre televisores, telefones celulares, câmeras fotográficas digitais e filmadoras. A grande quantidade de material eletrônico foi localizada pela PF durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão em cinco lojas localizadas em shopping centers da Capital e em duas residências. "Foram 302 caixas de mercadorias avaliadas em cinco milhões (de reais), a preço de mercado", diz a nota.

Revelia

O trabalho dos auditores da Receita, juntamente com fiscais da Secretaria da Fazenda Estadual (Sefaz) e a própria Polícia Federal, já resultou na intimação aos contribuintes que haviam adquirido as mercadorias junto ao iraniano.

"Os contribuintes já foram intimados a conhecerem os autos de infração com apreensão de mercadoria, lavrados contra os mesmos desde o dia 31de agosto de 2010, e a apresentarem a correspondente impugnação no prazo de 20 dias, sob pena de configurar-se a revelia dos autuados. Além disso, foram formalizadas as respectivas representações fiscais para fins penais, por ter sido constatada a ocorrência de fatos que se configuram crimes de contrabando e descaminho", assinala a nota da Superintendência da PF.

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