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29/05/2007 - Jornal da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

CHEQUES CLONADOS - Acusado de golpes é ouvido pela DIG


A Polícia Civil de Marília, através da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), ouviu na sexta-feira o depoimento e a confissão de Marcelo Kamisu, de 23 anos. Ele é acusado de integrar o grupo que aplicava golpes com cheques clonados no comércio de Marília e de várias cidades da região. Segundo a polícia, o esquema seria liderado pelo empresário e ex-diretor da Câmara Municipal, Toshitomo Egashira. Já foram descobertos cheques frios emitidos em nome de três correntistas.
Dez dias após o depoimento do empresário, Kamisu atendeu à intimação da polícia e compareceu na DIG acompanhado de um advogado. De acordo com informações do delegado José Carlos Costa, o rapaz admitiu ter emitido cheques em Lins e Marília. Apenas numa sapataria da cidade, na avenida João Ramalho, o golpista passou um cheque de R$ 410.
Durante o depoimento Marcelo responsabilizou Toshi pelos golpes e garantiu, segundo a polícia, que o empresário teria lucros com cada emissão fraudulenta. “Ele seria, inclusive, a pessoa que passava dados pessoais como endereço e telefone dos titulares dos cheques”, afirmou Costa.
Em estabelecimentos de Lins foram localizados cheques no total de R$ 640. As novas descobertas levam a polícia a refazer as contas, já que havia previsão inicial de um golpe de R$ 10 mil, aplicado durante o mês de abril. “Temos informações sobre pelo menos seis nomes diferentes, utilizados pelo mesmo grupo. Aguardamos a confirmação de novas denúncias e ainda não é possível estimar valores”, afirmou Costa.
Após o depoimento, a polícia fez uma busca domiciliar na zona Sul e apreendeu pares de calçados femininos. Os artigos de couro, além de bolsas e outros objetos do material legítimo, teriam sido adquiridos com cheques clonados. Os presentes de Marcelo para “amigas” foram recolhidos pela polícia.
A trapaça que começou a ser descoberta com a utilização indevida do nome de Hiroshiro Tomioshi no comércio de Tupã, Garça e Pompéia, tem pelo menos mais três “fachadas”. Recentemente, foram localizados cheques em nome de Robson Kendy Hayashi e Vitor Fernandes Matsuoka.
As três pessoas que tiveram nome e CPF usado pelos bandidos, segundo Costa, não são de Marília. “O prejuízo destas vítimas é a utilização indevida dos dados, porque as contas bancárias impressas nos cheques não existem”, explicou.
As investigações prosseguem, com o indiciamento de três envolvidos. Todos estão em liberdade, mas apenas Toshi e Marcelo prestaram depoimento. O grupo, que contaria com mais dois membros, é acusado de estelionato e formação de quadrilha.

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