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01/09/2010 - Correio do Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude consistia em reter 10% sobre o valor do contrato fechado com empresas


Operação da Polícia Federal aponta que o esquema fraudulento que culminou na Operação Urugano, que prendeu o prefeito Ari Artuzi (PDT) e outras 28 pessoas hoje em Dourados, consistia basicamente em fraudes nos processos licitatórios do município.

A Polícia Federal responsabiliza Artuzi pelo esquema que envolve crimes de fraudes à licitação, corrupção ativa e formação de quadrilha.

Segundo a PF, pelo esquema havia o direcionamento de licitações através da corrupção dos servidores públicos e agentes políticos envolvidos. A Prefeitura retinha 10% sobre o valor do contrato fechado com cada empresa escolhida de forma fraudulenta.

Segundo a PF, os valores arrecadados serviam para o pagamento de diversos vereadores de Dourados, para caixa de campanha e compra de bens pessoais ao prefeito.

As investigações começaram em maio deste ano e apontaram a participação de secretários municipais, empreiteiros, prestadores de serviços, vereadores e servidores públicos.

Cerca de 200 policiais federais participaram da operação, deflagrada no início da manhã de hoje. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e pela 1ª Vara Criminal de Dourados.

PRESOS

Durante a operação, foram cumpridos 29 mandados de prisão temporária e 38 conduções coercitivas em Dourados. No total, 67 pessoas estão sendo encaminhadas à sede da PF na manhã de hoje.

Foram detidos oito dos 12 vereadores de Dourados. São eles: o presidente da Câmara, Sidlei Alves (DEM), Humberto Teixeira Junior (PDT), Gino Ferreira (DEM), Aurélio Bonatto (PDT), Zezinho da Farmácia (PSDB), Marcelo Barros (DEM), Paulo Henrique Bambu (DEM) e José Carlos Cimatti (PSB).

Além do prefeito Ari Artuzi, também foram confirmadas as prisões dos secretários municipais Ignes Boschetti (Finanças), Dirson Sá (Obras), Marcelo Hall (Serviços Urbanos), Alziro Moreno (Procurador geral do município) e Tatiane Moreno (Administração). Também foi preso o servidor responsável pelas licitações. Também há informações sobre a prisão de dois diretores do Hospital Evangélico.

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