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31/08/2010 - Diário da Amazônia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cresce crimes de moeda falsa


Em 2009 foram instaurados 113 crimes de moedas falsas na região de Ji-Paraná. Este ano, somente no primeiro semestre, a quantidade de 113 instaurações foram registradas até o mês de agosto na Delegacia da Polícia Federal de Ji-Paraná (PF), que atende aos municípios de Alvorada do Oeste, Cacoal, Costa Marques, Governador Jorge Teixeira, Jaru, Ministro Andreazza, Mirante da Serra, Nova União, Ouro Preto do Oeste, Presidente Médici, Rondolândia MT, São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, Teixeirópolis, Urupá e Vale do Paraíso.

De acordo com Sandro Luiz do Valle Pereira, delegado da Polícia Federal de Ji-Paraná, nem toda moeda falsa capitula o crime 289 do Código Penal, “porque se a perícia constatar que a falsificação está fácil de qualquer pessoa identificar acaba se tornando crime de estelionato, o 171. Por isso que muitas vezes as cédulas acabam não chegando até a Polícia Federal”.

O delegado afirma que a nota mais visada pelos falsificadores é a de R$ 50,00, por isso é necessário que as pessoas verifiquem os elementos de segurança que comprovam a veracidade da nota ao recebê-la. “Não é vergonha e nem constrangimento.”

Entre os elementos de segurança, os itens que auxiliam no reconhecimento de uma nota verdadeira, estão a marca d’água, as fibras luminescentes, o fio de segurança, fibras coloridas, faixa holográfica, o registro coincidente, a imagem latente, o auto-relevo e as microimpressões. Nem todas as notas apresentam o fio de segurança. Já a faixa holográfica só existe nas cédulas de R$ 20, que são as mais modernas produzidas e que estão em circulação no Brasil.

Atendimento automático

Se a suspeita de falsificação ocorre após o saque em caixas eletrônicos, o delegado Sandro Luiz orienta que o ideal é que a pessoa retire o extrato em seguida para, posteriormente, procurar um gerente bancário. No caso de o caixa estar dentro de uma agência, o gerente deve ser acionado. “Se não resolver, procure a Polícia Federal ou a Polícia Civil, a fim de registrar ocorrência.”

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