Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

25/08/2010 - Diário Catarinense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Santa Catarina é o sétimo Estado do país em número de notas falsas apreendidas este ano

Por: Luciane Kohlmann

Novas cédulas para dificultar falsificações começam a circular em novembro.

O Real vai ficar mais moderno. A Casa da Moeda, no Rio de Janeiro, começou a imprimir no início de agosto cédulas de R$ 50 e de R$ 100 com tecnologia de última geração, que começam a circular a partir de novembro. As novas cédulas devem dificultar falsificações. Em Santa Catarina, até julho desde ano, foram apreendidas 11.389 notas falsas. O número deixa o Estado em 7º lugar no país neste tipo de crime.

Em 2009, das 493.981 recolhidas no Brasil, 19.081 vieram de municípios catarinenses. SC ficou na 8ª posição, atrás de SP, RJ, PR, RS, MG, BA e GO.

O responsável pela divisão de repressão a crimes fazendários da Polícia Federal, João Vianey, conta que 95% das notas fraudadas passam por alguma movimentação financeira. Segundo estimativa do Banco Central, em 2009, o rombo foi de quase R$ 24,5 milhões.

— São cédulas que circularam e efetivamente geraram prejuízos para alguém, pessoas físicas ou até instituições bancárias — explica.

Preferência

A grande preferência dos criminosos é a nota de R$ 50, que representou 56,3% das apreensões nacionais no ano passado. A de R$ 100 ficou em segundo lugar, com 18,5%. É por isso que as duas serão as primeiras a serem substituídas.

O diretor de administração do Banco Central, Antero Meirelles, explica que a substituição vai começar em novembro com as notas de R$ 50 e R$ 100.

— Nós começamos com a de maior valor, porque evidentemente são aquelas mais visadas do ponto de vista de falsificação — diz Antero.

Desde a estabilidade da moeda, em 1994, ela passou a despertar interesse das quadrilhas que, cada vez mais, aprimoram técnicas de impressão.

O Banco Central buscou elementos de segurança no padrão internacional, com uso de tinta invisível, efeitos ópticos, marcas táteis em relevo e selos de última geração. O tamanho também será diferente. Quanto maior o valor, maior será a cédula.

Aparência semelhante

A aparência das novas notas é muito semelhante às antigas. Os desenhos básicos, como a efígie da República, as cores e as imagens da fauna brasileira terão pequenas modificações.

Na parte da frente, haverá figuras do habitat de cada animal. E na parte de trás, as espécies ficarão na horizontal, e não mais na vertical. A onça, da cédula de R$ 50, por exemplo, aparece em cima de uma pedra.

O cronograma prevê a emissão das cédulas novas de R$ 10 e R$ 20 em 2011, e as de R$ 2 e R$ 5, em 2012. A mudança vai custar cerca de R$ 300 milhões aos cofres do Banco Central.

— A mudança será gradativa. O dinheiro atual vai continuar valendo. Mas acreditamos que, em até dois anos, toda família do Real já esteja renovada — afirma o diretor.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 172 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal