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26/05/2007 - MidiaMax Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Indiciados mais 2 comerciantes por emissão de notas frias para Prefeitura de Cassilândia

Por: Daniel Pedra e Milena Crestani


O delegado Paulo Henrique Rosseto de Souza informou hoje ao Midiamax que mais dois comerciantes foram indiciados pela Polícia Civil de Cassilândia acusados de emitir notas frias para a Prefeitura. As notas eram utilizadas em esquema de fraude, desvio de dinheiro e agiotagem que resultou na prisão de seis servidores e no afastamento do prefeito José Donizete Ferreira de Freitas (PT) e do vice-prefeito Sebastião Pereira da Silva (PSB), conhecido como “Tião da Marieta”.

Paulo Rosseto informou que os comerciantes não confirmaram a participação nos crimes, mas citou que há provas materiais confirmando o envolvimento de ambos no esquema. O delegado completou que certamente mais pessoas devem ser indiciadas durante a segunda fase de investigações que ainda está em andamento.

Vereadores

Ele não descartou o envolvimento de vereadores no esquema, como foi citado por algumas testemunhas, mas citou a necessidade de conseguir provas concretas sobre estes fatos. “Estamos solicitando informações sobre a possível participação de vereadores, mas, por enquanto, não há como confirmar nada, pois as denúncias ainda são baseadas somente em depoimentos de testemunhas”, afirmou.

O delegado também não descarta que mais comerciantes possam estar envolvidos com o esquema de repasse de notas frias para a Prefeitura de Cassilândia. Na primeira fase das investigações, a Polícia Civil, em operação conjunta com o MPE (Ministério Público Estadual), indiciou quatro comerciantes: os empresários Roniclei Alves de Queiroz, Aleixo Teixeira Lata, Elciomar Paulo de Menezes e André Vidal Saeki Raizer.

Afastamento

O prefeito e o vice de Cassilândia devem continuar afastados por mais 180 dias, conforme decisão proferida no dia 17 de maio pela juíza Jeane de Souza Barboza Ximenes, em substituição na 1ª Vara de Cassilândia, por solicitação do MPE. Também vão continuar afastados seis servidores municipais, sendo que o prefeito já recorreu da decisão, impetrando agravo junto ao TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) para recorrer da decisão da magistrada.

Na ação civil pública, a juíza determinou que o prefeito, o vice, os servidores Ana Regine Arantes, Ivete Vargas Rocha de Souza, Luceni Quintina Correia, Orange Resende e Silva, Waldimiro José Cotrim Moreira e o contador Jorge Yoshishilo Kobaiashi fiquem afastados da Prefeitura por 180 dias, período que a magistrada reputou necessário e suficiente ao cumprimento dos atos processuais de intimação, defesa prévia, recebimento da ação civil pública, contestação e produção de provas em juízo, considerando-se o número de envolvidos no esquema e a complexidade do caso descoberto em Cassilândia.

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