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23/08/2010 - Expresso MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

BP e Petrobras se dizem vítimas de ‘história de pescador’

Empresas questionam o número elevado de pedidos de indenização na Justiça.

Alguns golpes já são batidos no mundo do crime: trote do falso sequestro, golpe da saidinha de banco, Boa Noite Cinderela, seqüestro-relâmpago. No caso de vazamentos de petróleo, as empresas dizem que há um padrão recorrente: o número de pedidos de indenização na Justiça supera o de atingidos de fato. É o que se observa nos acidentes envolvendo a British Petroleum (BP) e a Petrobras.

A BP anunciou semana passada que investigará centenas de pedidos de indenização referentes ao vazamento do Golfo do México, ocorrido em abril deste ano nos Estados Unidos. O objetivo é evitar casos de fraude, segundo a empresa.

A suspeita da BP é corroborada pelas autoridades americanas: o Estado da Louisiana, um dos afetados pelo incidente, diz que, desde o início do vazamento, emitiu mais de duas mil licenças de pesca do que no mesmo período de 2009. Até o momento, a companhia já gastou US$ 308 milhões com indenizações a pessoas e empresas, mas parte dos recursos pode ter caído em mãos erradas. No início do mês, três pessoas foram presas em Louisiana por tentativa de fraude.

No caso da Petrobras, tramitava até o início deste ano no Tribunal de Justiça do Rio um pedido de indenização da Federação dos Pescadores do Estado para 20.517 pescadores supostamente prejudicados pela empresa. A ação é referente ao derramamento que aconteceu em janeiro de 2000, no Rio de Janeiro, quando um duto da refinaria Duque de Caxias da Petrobras derramou 1,3 milhão de litros de óleo na Baía de Guanabara.

A Petrobras não questiona a reparação dos pescadores, mas diz que havia 3.339 profissionais na região à época do acidente e não 20 mil, e diz que o período indenizatório deve ser de apenas 32 dias, período em que a pesca ficou suspensa em Guanabara. A própria federação criou uma comissão para evitar o surgimento de falsos pescadores. O problema afeta os próprios pescadores verdadeiramente prejudicados, que demoram mais para receber seus direitos.

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