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21/08/2010 - Correio Braziliense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Homem é detido ao aplicar o golpe do falso emprego

Por: Ariadne Sakkis


Um homem acusado de praticar o golpe do falso emprego foi preso ontem em flagrante na plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto. Luiz Carlos Cunha Tomáz, 30 anos, se fazia passar por um funcionário da empresa de segurança Brasfort e prometia empregos de vigilante e escolta armada às vítimas com a condição de que elas pagassem entre R$ 700 e R$ 1,6 mil para despesas médicas e cursos de reciclagem. Tomáz atuava principalmente no centro de Brasília. A 5ª DP (Setor Bancário Norte) já identificou pelo menos nove vítimas do estelionatário, que morava e também atuava na Vila Planalto.

Uma das vítimas, que não quis se identificar, disse que entregou R$ 1,6 mil ao golpista para conseguir o emprego, há três meses. “Primeiro, dei R$ 1 mil, que tirei das minhas economias. Depois, ele pediu mais R$ 600 e tive que pedir dinheiro emprestado”, conta. O homem, que trabalha em um posto de gasolina, disse que desconfiou de Tomáz porque ele adiava a cada dia a contratação. O irmão da vítima também caiu no golpe e deu R$ 1,5 mil a Tomáz.

De acordo com o delegado-chefe da 5ªDP, Laércio Rossetto, Tomáz dava o nome verdadeiro e fazia contatos com as vítimas por telefone. Na tarde de ontem, uma pessoa desconfiou da conversa do estelionatário e procurou a Polícia Militar na Rodoviária. No carro de Tomáz, foram encontrados carteiras de trabalho, cópias de exames admissionais, currículos e outros documentos pessoais, além de R$ 600 em dinheiro.

Apesar de não ter outras passagens pela polícia, Tomáz pode ter aprendido em casa a montar os golpes: seu pai e sua irmã têm ocorrências pelo mesmo crime. Por enquanto, ele será indiciado pelos nove casos identificados. Somadas as penas, pode pegar entre 9 e 45 anos de prisão.

O número

R$ 1,6 mil
Valor que vítimas do golpista chegaram a pagar para conseguir emprego de vigilante

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