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18/08/2010 - R7 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia Federal indicia 43 pessoas por crime financeiro no Banco Opportunity

Cotistas que mantinham aplicações nas Ilhas Cayman são acusados de burlar o Fisco.

A Polícia Federal (PF) concluiu nesta terça-feira (17) o inquérito que indicia quarenta e três pessoas por realizar operações financeiras ilegais no Opportunity Fund. O fundo de investimentos é do banqueiro Daniel Dantas, réu da Operação Satiagraha por supostos crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Os acusados mantiveram cotas nas Ilhas Cayman não declaradas à Receita Federal e ao Banco Central. Parte dos cotistas, segundo a PF, confessou que administradores do fundo ofereceram aos brasileiros a oportunidade de sonegar o Fisco. Eles reconheceram a ilegalidade da operação, uma vez que a lei não permite que residentes no Brasil tenham cota no fundo, pois o rendimento da carteira é isento de pagamento de Imposto de Renda.

A PF ouviu 80 pessoas, dentre ex-funcionários do Banco Opportunity S.A., doleiros e supostos cotistas do fundo. Os 42 cotistas envolvidos poderão responder por crime de evasão de divisas, sendo que dois deles também foram indiciados por lavagem de dinheiro. Um administrador do fundo no Brasil também foi acusado de gestão fraudulenta, evasão de divisas e formação de quadrilha.

Outro lado

Em nota, a assessoria do Opportunity afirma que, embora tenha solicitado várias vezes, não teve acesso ao inquérito da PF.

- A pressa na conclusão demonstra a vontade de condenar independentemente de novas informações que certamente esclareceriam os fatos.

O fundo, segue a nota, só aceita aplicações de bancos provenientes de países que possuem “legislação e procedimentos de combate à lavagem e dinheiro reconhecidos internacionalmente”. O Opportunity, ainda segundo a assessoria, não envia recursos de seus investidores para o exterior.

- Não é verdade que o Opportunity oferecia a seus cotistas a “oportunidade de burlar o fisco”, mesmo porque o Opportunity não faz captação de clientes.

O Opportunity se diz alvo de perseguição política diante das duas operações investigação do fundo deflagradas pela PF - Chacal, em 2004, e Satiagraha, 2008.

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