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22/05/2007 - Jornal do Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Modalidades de extorsão e estelionato não param de crescer

Por: Carlos Simon


O falso seqüestro ganhou as manchetes no País pela freqüência de casos e pelo terror psicológico imposto pelos bandidos — a simulação do rapto é normalmente acompanhada de “sonoplastia” com a voz da suposta vítima. A Polícia Militar veicula, desde a semana passada, campanha educativa na mídia paranaense para alertar a população sobre o golpe. Mas os criminosos têm conseguido outros meios de arrecadar dinheiro, o que exige atenção das vítimas em potencial.

De acordo com o delegado Marcus Vinícius Michelotto, titular da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas, outro golpe da “moda” no Paraná é o falso prêmio via telefone. Em nome de uma operadora de telefonia móvel, o criminoso anuncia que a vítima ganhou um carro ou outro bem valioso. Em contrapartida, exige o depósito de determinada quantia ou a compra de créditos de celulares para que o “brinde” seja ativado. “A cobiça da vítima contribuiu com os golpistas. Nenhuma empresa oferece prêmio pelo telefone ou exige depósito”, diz o delegado.

O telefone com código de área diferente também pode indicar a origem criminosa da ligação — normalmente, as empresas usam o 0800 para divulgação de promoções. Segundo Michelotto, a punição dos responsáveis é difícil porque a maior parte das ligações é gerada em presídios ou com celulares clonados. Todos casos registrados no Paraná são repassados à polícia do Rio de Janeiro. Segundo o delegado, 90% dos crimes são originados deste Estado, mesmo quando o código de área é de outro lugar. “Golpes por telefone existem há tempos, mas a cada ano os criminosos usam variações”, diz o delegado Michelotto.

Além dos golpes por telefone, os assaltos à mão armada têm se “sofisticado” recentemente. Uma das modalidades identificadas pela Polícia Militar é a abordagem de donos de carros dentro de bares ou similares. O criminoso alega que o veículo estaria atrapalhando o trânsito e pede uma manobra. Quando está sozinho com a vítima, saca a arma e leva o carro, às vezes com o proprietário junto para um seqüestro-relâmpago.

A PM orienta que o dono do veículo nunca vá sozinho para a rua. “Se for acompanhado de dois amigos ou de um segurança do estabelecimento, o bandido ficará inibido”, explica o tenente-coronel Jorge Costa Filho, chefe da Comunicação Social da Polícia Militar do Paraná.

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