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13/08/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia suspeita que R$10 milhões podem ter sido pagos a cooperativas no DF


BRASÍLIA - Após a operação Alfhein na Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal, na quarta-feira, a Divisão de Crimes Contra a Administração Pública recebeu várias denúncias de golpes envolvendo a venda ilegal de lotes. A Delegacia investiga novas fraudes que teriam a participação de servidores da Codhab e de cooperativas habitacionais.

Após a operação, o comerciante Luciano Ribeiro procurou a polícia. Em abril, ele foi surpreendido por uma construção no lote do pai e descobriu que o terreno estava em nome de mais uma pessoa.

- Um policial já mandou recado me ameaçando, se eu ganhasse o lote ele ia me matar. E você vê que é fraude, é roubo - conta.

A duplicidade é investigada pela polícia como uma das fraudes de um suposto esquema que teria lesado centenas de pessoas. O casal Alcenor Ferreira Lima e Osmira pagaram R$ 43 mil por um lote no ano passado. Uma procuração transferiu os direitos de uso para o casal, mas eles foram avisados por funcionárias da Codhab que não poderiam construir.

- Tem mais ou menos um mês que eu descobri que está no nome de outra pessoa. Eu não sei se eles venderam ou eles deram para alguém da peixada deles - diz Alcenor.

Desde a operação, os policiais da Decap já identificaram dez lotes em Santa Maria cedidos por meio de documentos falsos. Segundo a polícia, processos de pessoas com pontuação suficiente para conseguir um lote eram retirados da Codhab e entregues a criminosos que falsificavam a assinatura dos verdadeiros beneficiários e recebiam os lotes.

O esquema envolvia também a negociação de lotes que não existem. A polícia suspeita que pelo menos R$ 10 milhões tenham sido pagos irregularmente a cooperativas.

- Já na análise preliminar dos documentos que foram apreendidos identificou-se diversos documentos falsificados. Isso mostra para a polícia que é necessário estender ainda mais a investigação de modo a identificar todos os tipos de fraudes existentes na política habitacional do DF - explica o delegado Flamarion Vidal.

A polícia também investiga se a suposta venda de lotes no Setor Mangueiral faz parte do esquema.

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