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23/05/2007 - O Estado de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Africanos são presos acusados de dar golpe em Curitiba

Por: Evandro Fadel


CURITIBA - Policiais da Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas, de Curitiba, prenderam nesta quarta-feira, 23, dois africanos acusados de aplicar o golpe do dólar pintado na organização não-governamental SOS Cultura, também de Curitiba. A direção da entidade entregou R$ 11 mil em troca de uma doação de US$ 1,2 milhão que chegaria ao Brasil em notas pintadas de preto.

O dinheiro seria utilizado também para a compra de um produto químico que limparia os dólares. "Já faz quase dois meses e estamos quase falidos", lamentou o presidente da ONG, Celso Amorim. "Eles nos quebraram."

A SOS Cultura recebeu um e-mail assinado por Gerard Zanin, que se identificou como coronel aposentado do exército francês. Ele oferecia a doação e avisava que a ONG seria procurada por Assane Seidou, de 41 anos, nascido em Cotonou, na República de Benin, e Metogbe Armel Ayihou, de 26 anos, nascido em Bem, na África do Sul. "Eles disseram que os dólares viriam da África e precisavam do dinheiro para liberar a doação", disse o presidente da SOS Cultura. A princípio, pediram R$ 56 mil, mas foi negociado para R$ 11 mil, dinheiro entregue aos golpistas.

Depois de um tempo, novamente entraram em contato e passaram a falar que os dólares viriam pintados de preto, pois entrariam ilegalmente no país e precisariam de mais dinheiro para comprar um produto químico que os limparia. E até deram demonstração em uma nota. Ficou acertado que deveriam ser entregues mais R$ 32 mil para a compra do produto. "Nós desconfiamos, mas fomos levando para desmascarar", afirmou Amorim. A polícia foi comunicada e, para quando ficou marcada a venda do líquido, eles foram presos em uma lanchonete.

Os consulados de seus países já foram comunicados sobre a prisão. Assane tinha visto para ficar 90 dias no Brasil e Metogbe não portava passaporte. Ele já foi preso anteriormente em Goiás, sob acusação de repassar dinheiro falso. A Polícia Federal deve receber a documentação para dar início ao processo de expulsão.

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