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24/05/2007 - Agora MS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Servidora que denunciou fraude na propaganda tem proteção policial


Policiais à paisana vêm garantindo proteção à ex-funcionária da Cogecom (Coordenadoria Geral de Comunicação) no governo de Zeca do PT, Ivanete Leite Martins. O pedido foi feito pelo MPE (Ministério Público Estadual).

A segurança estaria sendo feita, diuturnamente, junto à casa da ex-servidora, no bairro Vila Gomes, por um grupo de policiais designado pela Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) e que utilizaria viaturas descaracterizadas (sem emblemas da unidade onde atuam) no trabalho.

A ex-servidora, que atuava no setor da Cogecom responsável pelo rateio da verba da propaganda no governo petista, iniciou, há algumas semanas, denúncias envolvendo o favorecimento, ilegal, a agências de propaganda, gráficas, empresas de comunicação e jornalistas com parte desses recursos.

O grupo, segundo Ivanete Martins, recebia entre 5% e 10% dos valores remanejados da propaganda, para “esquentar” os supostos repasses com notas frias.

Segundo a ex-servidora, o esquema, que teria desviado, entre 2003 e 2006, cerca de R$ 30 milhões de um total de R$ 122,5 milhões destinados à mídia, era comandado por ex-secretários de Zeca do PT que tinham amplo domínio sobre os recursos.

Repercussão - As primeiras denúncias feitas por Ivanete Martins foram repercutidas por um jornal da Capital. Convocada para comprovar a existência do esquema perante o Ministério Público, a ex-funcionária da Cogecom levou, na semana passada, aos promotores, gravações em DVD confirmando as denúncias.

Após tomar o depoimento da ex-servidora por cerca de uma hora, o promotor Marcos Antônio Martins Sottoriva foi autorizado, pela Procuradora-Geral de Justiça, Irma Vieira de Santana e Anzoategui, a criar uma força-tarefa para investigar as denúncias.

O grupo, além de Sottoriva, envolve pesos-pesados do MPE, como os promotores Gilberto Robalinho da Silva, Marcos Fernandes Sisti e Silvio Amaral Nogueira de Lima.

Os promotores pretendem checar todos os gastos efetuados com propaganda pelo governo do PT no período denunciado pela servidora, e não descartam fazer uma devassa, também, nos anos anteriores da administração petista, entre 1999 e 2003.

Sottoriva também solicitou, nas últimas horas, ajuda de técnicos do Tribunal de Contas do Estado para agilizar a fiscalização dos gastos com a propaganda. Depois da análise da papelada, o promotor espera começar a convocar pessoas que teriam implicação com a suposta fraude, citadas por Ivanete Martins.

O promotor também deve ouvir o ex-governador Zeca do PT, que na última semana negou que tenha havido mau uso de verbas da propaganda em seu governo. Zeca do PT disse também que não conhece Ivanete Martins e advertiu que poderá convocá-la a provar as denúncias na Justiça. (Conjuntura Online - Do blog de Gilmar Lisboa)

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