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03/08/2010 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Rede furtava e falsificava cheques

Por: Susana Otão


Nove pessoas foram detidas pela PSP no âmbito de uma operação que visou desmantelar uma rede que se dedicava à falsificação de cheques furtados e outros documentos e que terá causado prejuízos superiores a um milhão e novecentos mil euros.

Todos os detidos são cidadãos angolanos e têm idades entre os 34 e os 42 anos. Foram detidos pela PSP, no âmbito da operação “Mambo”, que neutralizou um grupo criminoso que se dedicava ao furto e falsificação de cheques bancários.

A investigação da Divisão de Investigação Criminal de Lisboa, vinha a ocorrer desde 2007, mas fonte policial garantiu ao JN que o grupo já deveria operar em Portugal desde 2004.

A rede funcionava de forma “hierarquizada e organizada” e era composta por vários elementos que se dedicavam ao furto de cheques bancários, nomeadamente através do arrombamento de caixas de correio particulares e marcos dos CTT.

Posteriormente, falsificavam esses cheques quer no montante, quer no destinatário, sempre para valores muito superiores ao original. “Num dos casos o valor do cheque foi alterado para dez vezes mais”, realçou fonte da investigação, revelando que existem mais de 100 lesados, a nível nacional, entre particulares, empresas e também organismos estatais, nomeadamente o Ministério da Segurança Social, responsável pela emissão de cheques referentes a pensões e subsídios. Fonte policial destacou mesmo que foi o Estado um dos mais lesados pelo grupo criminoso.

No seguimento da obtenção dos cheques, a estrutura criminosa usava contas bancárias de terceiros ou abriam uma conta com recurso a documentação falsificada.

Ao longo dos últimos anos, o grupo também terá falsificado bilhetes de identidade portugueses, cartas de condução portuguesas e angolanas, autorizações e cartões de residência, certificados de nascimento, de registo criminal e documentos de viaturas, os quais vendiam em território nacional ou enviavam para Angola.

Alguns dos cidadãos angolanos entretanto detidos encontravam-se em situação irregular em Portugal, fazendo uso de documentação falsa. Na última quinta-feira foram realizadas 34 buscas em Sintra, Amadora, Odivelas e Lisboa, e apreendidos diversos documentos falsos, 11.800 euros, 1000 dólares, cinco automóveis e material informático utilizado nas falsificações.

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