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02/08/2010 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Criminosos apresentavam golpista a colegas como policial influente

Por: Roney Domingos

Homem de 50 anos preso nesta segunda vendia falsa proteção a facções. Polícia vai instaurar inquérito para saber se houve tráfico de influência.

O homem que se passava por policial civil para extorquir dinheiro de criminosos tinha amigos no mundo do crime que o apresentavam como um homem capaz de dificultar investigações em andamento dentro do recém-criado Grupo de Combate à Facções do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Quando foi preso, nesta segunda-feira (2), o suspeito usava o mesmo nome do policial que anunciou sua prisão.

Na casa dele, a polícia apreendeu listas com nomes de criminosos integrantes de algumas facções, carteira funcional, distintivo, armas e munição, além de cerca de R$ 12 mil em dinheiro, segundo a polícia, pagos como propina, por proteção.

"[O dinheiro] pode ser de várias pessoas ou de uma só. Vamos dar andamento nas investigações através de um inquérito policial de tráfico de influência, porque ele alegava que ele teria essa condição de influenciar nessa decisão dos policiais que aqui atuam combatendo o crime", afirmou o delegado Márcio Mathias, do Grupo de Combate à Facções.

Investigador particular e com linguagem similar à utilizada por criminosos e policiais, o homem de 50 anos se fazia passar por policial civil e passava a exigir dinheiro sob a falsa promessa de dificultar investigações dentro da unidade policial. "Pode ser que ele tenha atuado da mesma forma com outras unidades policiais da capital. Usando o nome de outras pessoas, de outros policiais", disse o delegado Márcio Mathias.

Segundo Mathias, a Polícia Civil chegou até o suspeito após investigar a existência de cemitérios clandestinos na Zona Norte de São Paulo e a prisão de um homem. "Daí em diante, começaram a chegar informes para nós de que um homem estaria usando o nome da nossa divisão, envolvendo policiais e tentando auferir vantagem com isso. Ele usava um distintivo, colocava um distintivo no peito e andava pela Zona Norte de São Paulo, mantendo contato, se passando por integrante, usando o nome de nosso departamento. Ele conseguia abrir algumas portas e ter acesso usando o nome da Polícia Civil", afirmou o delegado.

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