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30/07/2010 - De Fato Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Sócios de golpista também se dizem vítimas

Polícia Civil abriu inquérito para apurar golpe milionário que pode ter causado prejuízo de R$ 95 milhões nos últimos 4 anos.

Usuários do Facebook, rede virtual de relacionamentos, que estão na página da Firv Consultoria e Administração, já estão questionando a atuação da empresa. Nesta quinta-feira (29), alguns dos 34 membros da comunidade da companhia mostravam informações que apontavam irregularidades, como a determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que apontava que a firma não estava autorizada a exercer quaisquer atividades no mercado de valores mobiliários, e perguntavam se os membros sabiam do paradeiro de Thales Emanuelle Maioline, apontado como dono da empresa, e que está foragido.

O titular da Delegacia Especializada de Investigação de Crimes contra o Patrimônio da capital, delegado Anselmo Rezende Gusmão, ouviu nesta quinta a irmã e sócia do empresário, Iany Maioline, e o sócio dos dois, Oséias Marques Ventura. Eles afirmaram que são tão vítimas de Thales quanto as 2 mil pessoas que foram lesadas, pois também eram investidores da Firv.

A Polícia Civil abriu inquérito na quarta-feira para apurar o golpe milionário, que pode ter causado prejuízo de R$ 95 milhões nos últimos quatro anos. Segundo o delegado, a empresa fazia captação financeira e prometia retorno de 5% ao mês. A firma, que tinha sede no Bairro Buritis, Região Oeste da capital, funcionava há cerca de quatro anos e atuava em toda Minas Gerais, principalmente em Araçuaí, Itabirito, Belo Horizonte e Região Metropolitana (RMBH).

“Há alguns dias, um dos investidores pediu resgate de R$ 3 milhões e a empresa não teve como honrar o compromisso”, afirmou o delegado. Após isso, na sexta-feira passada, Thales disse que iria a São Paulo assinar um contrato de R$ 20 milhões, e desapareceu levando o dinheiro dos investidores.

Na página do Facebook havia a mesma explicação dada pelo delegado. Na descrição, a Firv é apontada como “um clube de investimento bonificado e com rendimento fixo garantido”. O investimento mínimo exigido era de R$ 2.500 para quem quisesse ganhar acima do 1% pago pelos investimentos tradicionais. Além disso, há a informação de que só é possível participar do negócio se a pessoa fosse apresentada.

O delegado confirmou que funcionários da Firv, que investiram nos negócios da empresa, também foram lesados. Onze deles formalizaram denúncia de estelionato contra Thales e os sócios. O delegado afirmou ainda que foram encontrados vários documentos adulterados na empresa. Ele está verificando também se a Firv Consultoria e Administração tem registro no Banco Central.

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