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24/05/2007 - A Tribuna MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

O divórcio entre o contador e a ética


A falta de ética parece ser o ponto, pois é algo extremamente importante na atualidade. Existem profissionais contábeis que não agem conforme a lei e, por isso, deixam de zelar por sua própria categoria, tornam-se seres individualistas e, no decorrer do tempo, prejudicam a si mesmos.

Normalmente, no mês em que ocorre a declaração do Imposto de Renda, há um confronto entre fazer o que é errado ou certo conforme a lei aplicada, em virtude muitas vezes da falta de ética e honestidade entre os profissionais contábeis. Nessas horas surgem balancetes falsos, lucros fictícios, despesas camufladas, resumindo, omissão da verdade.

Vivemos numa realidade em que a carga tributária é excessiva, a sonegação dos impostos é intensa, devido à irresponsabilidade da pessoa física, jurídica, ao aceitar as falcatruas e do contador, por não se importar o mínimo com seu cliente, querendo dele somente seu honorário ao final do mês.

Os CRCs fazem um trabalho preventivo de orientação e fiscalização na contabilidade das empresas e, em particular, os seus responsáveis. Somente no último biênio, a equipe de fiscais do Conselho Regional de Contabilidade do Paraná visitou 327 dos 399 municípios do Estado, para verificar a contabilidade de 4.050 escritórios. Com isso, emitiu 5.805 autos de infração.

Para exercer a contabilidade não é necessário ter apenas o diploma. Os CRCs aplicam o exame de suficiência, que filtra cerca de 50% dos interessados em ingressar na profissão. Preocupa, portanto, não só o setor privado, como também a administração pública. Afinal, diminuiria um pouco das fraudes, corrupção…

O contador tem a obrigação de zelar pelo seu nome, pois estudou em uma academia durante cinco anos, privando-se do lazer, família, amigos, na tentativa de se tornar um excelente profissional.

A disciplina ética é uma ciência abordada no decorrer do curso contábil, entretanto não é exercida na maioria das vezes, pois é algo intrínseco, depende de cada indivíduo. Ela auxilia para que nossos atos sejam de acordo com o que a sociedade espera de nós. É preciso trabalhar sem ferir os princípios contábeis.

Observamos o divórcio entre o contador e a ética, e não pensem que estamos generalizando, pois, felizmente, há profissionais dignos da nomenclatura Contador, profissionais responsáveis, atentos, preocupados com seu cliente. Entretanto há aqueles que querem ser lembrados pela incompetência.

A consciência e sabedoria são necessárias. Será que compensa abrir mão de uma carreira, perder a confiança, credibilidade? As pessoas herdam valores humanos, e na convivência social os aprimoram, cabe então separar o certo do errado, o justo do injusto.

(*) Adenilson Alves, Carolina Silvéria, Leandro Sampaio, Vanessa Siqueira e Weslem Rezende, estudantes do 3º semestre de Ciências Contábeis da UESP – FAIESP. Orientação Profª Ms. Marildes Ferreira.

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