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19/07/2010 - Portal MS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Sogra e esposa de dono de escola tinham fortuna em banco

A quebra do sigilo bancário da sogra e da esposa do empresário Mauro de Napoli, dono da escola Paulistec, revela uma movimentação de dinheiro vultosa: quase R$ 10 milhões.

Além do R$1,8 milhão bloqueado pela justiça, a quebra do sigilo bancário da sogra e da esposa do empresário Mauro de Napoli, dono da escola Paulistec, revela uma movimentação de dinheiro vultosa: quase R$ 10 milhões.

A Paulistec, que funcionava na rua 13 de Maio, em Campo Grande, foi fechada no dia 31 de maio pela venda de diplomas falsos. No “papel”, a escola pertence a Renato Machado dos Santos, que mora em São Paulo.

À polícia, o “laranja” relatou que emprestou o nome para o amigo Mauro, que estava com nome sujo, para poder abrir a empresa. Ele recebia salário de R$ 1.000 por mês pelo empréstimo, e se apresenta como funcionário da Paulistec.

Os dados bancários mostram que até maio deste ano, a conta corrente de Renato teve movimentação de R$ 500, já a conta de Mauro foi de quase R$ 1 milhão.

Contudo, os maiores valores de transação bancária foram registrados nas contas de Valmira Pereira Farias e Francisleni Augusto de Napoli, respectivamente sogra e esposa de Mauro.

Em depoimento, o empresário identificou Valmira como uma amiga e justificou que fazia repasse para a conta dela devido à compra de um Zafira. Ele relatou ter pago R$ 50 mil pelo veículo.

Na conta da amiga, que na verdade é sogra, foi detectada a movimentação de R$ 4 milhões até maio deste ano. Sobre Francisleni, Mauro disse estar separado judicialmente, mas a polícia descobriu que a informação é mentirosa.

Já a quebra do sigilo bancário mostrou movimentação de R$ 5 milhões até maio de 2010 na conta da esposa do empresário. O valor de R$ 1,8 milhão, destinado ao reembolso dos alunos lesados, foi bloqueado de uma conta de Francisleni de Napoli.

O restante do dinheiro já não está mais nas contas bancárias. Para evitar perder o dinheiro, um dos recursos para driblar a lei é comprar bens e colocar em nome de terceiros. A quebra do sigilo bancário deve resultar no indiciamento de mais pessoas.

Luxo - No mês passado, a Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo) indiciou seis pessoas envolvidas na venda de diplomas por estelionato e formação de quadrilha. Os registros de 1.259 alunos que foram lesados podem perfazer um valor superior a R$ 600 mil em ressarcimento aos ex-alunos.

A previsão é que as pessoas que acionaram o Procon e abriram processo sejam reembolsadas até 31 de julho. Nove veículos do empresário também ficaram indisponíveis, dentre eles modelos de luxo: Mercedes conversível, Audi TT, Chrysler, Pajero e Mini Cooper.

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