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06/07/2010 - Bom Dia Sorocaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MP denuncia barão e mais 5 por lavagem de dinheiro

Por: Janaina de Paula

Gaeco de Rio Preto pede à Justiça sequestro de bens dos acusados.

O Ministério Público de Rio Preto denunciou nesta segunda-feira por lavagem de dinheiro Israel Domingues de Oliveira, o barão do ecstasy, e outras cinco pessoas acusadas de integrar um megaesquema internacional de tráfico de drogas desmontado em 2005.

Entre os denunciados também estão Israel Dias de Oliveira, filho do barão, Maria Aparecida Dias de Oliveira, mulher de Israel Domingues, Marivaldo Ferreira Chaves, Simone Dias das Neves, irmã de Maria Aparecida, e o advogado Marcelo Rodrigues Ferreira.

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) pediu à Justiça o sequestro dos bens dos envolvidos e a abertura de ação penal pública.

O MP afirma que é imprescindível o bloqueio dos bens para efeito de condenação e perda em favor da União.

De acordo com o MP, entre 2002 e 2005 a quadrilha fez movimentações bancárias sem comprovação da origem do dinheiro e adquiriu bens como imóveis e carros, o que comprovaria a lavagem de dinheiro.

Só o filho do barão teria movimentado cerca de R$ 150 mil no Brasil e no exterior.

Entre os bens que deverão ser bloqueados estão um apartamento no litoral de São Paulo, quatro terrenos em um loteamento na zona norte de Rio Preto, além de duas empresas que pertencem à mulher do barão e a Marivaldo.

De acordo com a denúncia, o advogado dava auxílio material para a ocultação e dissimulação da natureza e da propriedade de bens e valores que seriam provenientes do tráfico de drogas.

Ainda segundo o MP, como pagamento pelos honorários Marcelo teria recebido um apartamento em São Vicente, avaliado em R$ 40 mil. O imóvel foi vendido sem declarações na Receita Federal.

Na época da prisão dos líderes da quadrilha, apenas Marcelo não foi condenado. O restante do grupo foi preso, mas foi solto novamente. Parte dos negócios da quadrilha consistia em comprar cocaína no Peru.

A droga era transportada ao Brasil e levada por “mulas” (nome que que se dá para pessoas que fazem o transporte de drogas) para países como Holanda, Portugal, Espanha e Alemanha, onde era trocada por ecstasy. Os comprimidos de ecstasy eram comercializados em Rio Preto, região e em São Paulo.

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