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02/07/2010 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Juíza acusada de branquear dinheiro

Por: Nuno Miguel Maia


Uma juíza, ex-mulher de Rui Verde, vice-reitor da Universidade Independente, vai responder em tribunal por, supostamente, ter ajudado a branquear dinheiro ilicitamente desviado daquela instituição de ensino superior. Está acusada por crime de branqueamento.

Isabel Pinto Magalhães, colocada actualmente nas Varas Cíveis do Porto, está ainda acusada pela procuradoria distrital de Lisboa por falsificação de documento, num processo autónomo ao da Universidade Independente – que conta com 24 acusados, já mandados para julgamento.

Contactado pelo JN, Rui da Silva Leal, advogado da magistrada, não quis fazer comentários por se tratar de um processo em curso e não conhecer a acusação.

O envolvimento da magistrada surge devido a negócios ocorridos durante o casamento com Rui Verde, o professor universitário que esteve em prisão preventiva e está acusado por cerca de 50 crimes, incluindo associação criminosa, branqueamento de capitais, burla agravada, corrupção e fraude fiscal.

Está em causa a compra de um imóvel para o ex-casal com posterior venda a uma empresa e depósito do dinheiro numa conta bancária de uma irmã da juíza.

Quando rebentou o escândalo da Universidade Independente, Isabel Magalhães e Rui Verde divorciaram-se. A juíza ter-se-á sentido enganada alegadamente por não saber de onde vinha a totalidade do dinheiro gasto pelo então marido na vida do casal. Até então, teria Verde – que conhecera nos bancos da Faculdade de Direito –, como um homem rico e oriundo de família rica, com elevados gastos desde longa data.

O processo principal foi mandado para julgamento em Abril. Além de Verde, os principais arguidos são o ex-reitor, Luís Arouca, e Amadeu Lima de Carvalho, accionista da empresa detentora da Universidade Independente.

A magistrada tem agora a possibilidade de requerer abertura de instrução para contrariar a acusação tentar evitar a ida a julgamento. Se for julgada, sê-lo-á no Tribunal da Relação de Lisboa, por força do seu estatuto profissional.

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