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30/06/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça recebe denúncia contra 12 acusados de fabricar R$ 470 mil em notas falsas por mês


SÃO PAULO - A Justiça Federal recebeu denúncia contra 12 pessoas, acusadas de integrar uma quadrilha que falsificava até R$ 470 mil por mês em notas de R$ 20, R$ 50 e R$ 100. A quadrilha, detida na Operação Ventania, agia em São Paulo, mas tinha alcance nacional. Os 12 acusados foram denunciados por formação de quadrilha, falsificação e introdução em circulação de moeda falsa. Parte dos integrantes responde também por falsificação de documento público, uso de documento falso e receptação.

Segundo o Ministério Público Federal, a base da quadrilha era na capital paulista. Um núcleo menor fabricava as notas falsas e as distribuída. De acordo com a denúncia, o líder deste grupo é José Alberto Borges Serafim (conhecido como João). Deste grupo foram denunciados ainda Vagner Barbosa dos Santos (conhecido como Fábio), Cristiano Alves Borges Serafim (conhecido como Buda), Francisco Felix Gonzalez Pisciottano (conhecido como Gringo), Alexandre Albuquerque Melo (conhecido como Alê) e Eliana Fernandes Pantaleão (conhecida como Eliana) - a maioria deles já com vasta ficha criminal, incluindo inquéritos e processos de falsificação.

Também foram denunciados por falsificação de documentos Genivaldo Pedro da Silva (conhecido como Pernambuco), Albino Francisco da Silva Filho (conhecido como Bino) e Sebastião Adalberto Cury (conhecido como Véio). Eles falsificavam RGs, CPFs, CNHs, DUTs, carteiras profissionais, comprovantes de endereço e cheques de instituições bancárias diversas, inclusive da Caixa Econômica Federal.

Um dos denunciados já cumpria pena - prestação de serviços comunitários - pelo mesmo crime: Albino, o Bino, já havia sido preso e condenado em 2004 por operar um esquema conhecido como "Disque-dinheiro falso". Solto desde 2008, ele continuava a praticar o crime e foi preso com documentos falsos.

Três outros foram denunciados por intermediar a colocação das moedas falsas em circulação: Lourenço Ferreira Alexandre, José Marcelo de Vasconcelos e Suely Alves da Silva Oliveira.

A quadrilha ainda trocava notas falsas por carros roubados e objetos e, por isso, seus integrantes devem responder também por receptação.

" Nas escutas telefônicas, autorizadas pela Justiça Federal, os membros da quadrilha costumavam usar palavras em código, numa tentativa de esconder os atos criminosos. Expressões como "camisetas", "amarelas", "vermelhas", "marrom", "caixa pequena/grande", eram usadas para se referirem às cédulas falsas de real. Assim como utilizavam também palavras como "furadeira", para se referirem a impressora, ou "fio" ou "fiação", para se referirem às tiras que produzem relevo nas notas", diz o Ministério Público.

Dos doze denunciados, 11 tiveram prisão preventiva decretada. Lourenço Ferreira Alexandre está foragido.

Veja os acusados e os crimes:

1)José Alberto Alves Borges Serafim (conhecido como João, Careca, Carequinha, Marrom): receptação (art. 180 do CP), quadrilha ou bando (art. 288 do CP) e moeda falsa (art. 289, caput e §1º do CP);

2)Vagner Barbosa dos Santos (conhecido como Fábio): moeda falsa, receptação e quadrilha;

3)Francisco Felix Gonzalez Pisciottano (conhecido como Gringo, Estrangeiro, Cabeça ou Cabecinha): moeda falsa e quadrilha ou bando;

4)Cristiano Alves Borges Serafim (conhecido como Buda): moeda falsa, quadrilha ou bando, falsificação de documento público (art. 297 do CP) e uso de documento falso (art. 304 do CP);

5)Alexandre Albuquerque Melo (conhecido como Ale, Alexandre, Bozó ou Xande): moeda falsa e quadrilha;

6)Eliana Fernandes Pantaleão (conhecida como Eliana, Véia ou Bordadeira): moeda falsa, quadrilha ou bando e uso de documento falso;

7) Albino Francisco da Silva Filho (conhecido como Bino, Bina Figura, Bola ou Dr. Bola): moeda falsa, quadrilha ou bando e falsificação de documento público;

8) Genivaldo Pedro da Silva (conhecido como Pernambuco): moeda falsa, quadrilha ou bando e falsificação de documento público;

9) Sebastião Adalberto Cury (conhecido como Véio, Pé, Pezão, Titanic ou Tita): moeda falsa, quadrilha e falsificação de documento público;

10) Suely Alves da Silva Oliveira (conhecida como Su ou Sueli): moeda falsa e quadrilha;

11) Lourenço Ferreira Alexandre (conhecido como Gustavo): moeda falsa e quadrilha;

12) José Marcelo de Vasconcelos (conhecido como Marcelo): moeda falsa e quadrilha;

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