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12/05/2007 - Jornal da Cidade de Bauru Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Araçatuba também apura golpe online

Por: Ieda Rodrigues


A Polícia Civil de Bauru pediu a colaboração da polícia de Araçatuba na investigação para apurar o caso da VNTShop, que fechou as portas em Bauru sem entregar produtos vendidos a clientes de vários Estados. Isso porque, nos últimos anos, reclamações semelhantes surgiram envolvendo várias empresas instaladas em Araçatuba. Conforme o divulgado pelo JC ontem, suspeita-se que centenas de pessoas caíram no golpe da venda online da empresa de Bauru.

O delegado Silberto Sevilha Martins, titular do 3.º Distrito Policial de Bauru, prefere não divulgar de que forma a polícia de Araçatuba pode ajudar, para não atrapalhar as investigações, mas adianta que está perto da identificação de um homem e de uma mulher que trabalhavam na VNTShop. Ontem, vários clientes da empresa, especializada em informática e eletrônicos, que não receberam por produtos pagos entraram em contato com o 3ºDP.

A orientação do delegado aos reclamantes é que, em suas cidades, registrem boletim de ocorrência, que deve ser encaminhado ao 3.º DP de Bauru. Será com base nestes boletins que ele terá condições de dar andamento ao inquérito. No site www.reclameaqui.com.br, que reúne consumidores lesados em empresas online, há queixas de moradores de vários Estados.

Um deles, de Porto Seguro, na Bahia, relata que indicou a VNTShop para empresa em que trabalha. Como não recebeu o produto adquirido na loja online, ele terá de ressarcir a empresa. O delegado Marcelo Curi, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Araçatuba, conta que já existem dois inquéritos concluídos, enviados ao Fórum, por conta de clientes de empresas da cidade – que já fecharam - que não receberam produtos pagos. “São várias empresas e algumas pessoas figuram em mais de uma empresa”, explica.

O difícil, ressalta o delegado, é comprovar que se trata de golpe e não de descumprimento de contrato civil (de compra e venda). “Indiciadas, as empresas alegam que não entregaram produto porque tiveram problemas com fornecedor. É uma linha muito tênue entre golpe e mero descumprimento de contrato civil”, diz.

Porém, mesmo que não haja possibilidade de indiciamento por estelionato, ao registrar boletim, o consumidor que pagou e não recebeu o produto tem condições de ingressar na Justiça na área cível para ter o dinheiro de volta. Para isso, é necessário que os donos das empresas tenham bens e eles sejam “seqüestrados” pela Justiça.

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Comentários


Autor e data do comentário: Alex - 27/05/2009 14:28

A dois anos estou tentando receber meus 3000 reais enão consigo, já ganhei a causa mas a justiçanão consegue penhorar bens da Paula. Estamos esquecidos, qualquer um pode dar um golpe desses e depois alegar descumprimento de contrato. Isso é "Brasil". Este desabafo certamente não será lido mas eu faço meso assim pois só posso protestar comigo mesmo. Hoje eu poderia estar com o nome sujop pela falta de dinheiro enquanto dona Paula gasta o nosso sem ser incomodada. Coisa de maluco não?



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