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22/06/2010 - O Tempo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Mulher de vereador é suspeita de aplicar golpe

Por: Tâmara Teixeira

Fernanda Machado pegava a quantia e não pagava; Polícia Civil apura o caso.

A Polícia Civil de João Monlevade, na região Central do Estado, apura um suposto caso de estelionato envolvendo a mulher de um vereador da cidade. A fisioterapeuta Fernanda de Paula Machado é suspeita de ter abusado da boa vontade de seus pacientes e ter pedido a eles que fizessem empréstimos para ficar com o dinheiro. Nos meses de maio e junho, pelo menos três idosos entre 70 e 80 anos teriam sido vítimas do golpe. Fernanda já teria embolsado R$ 10 mil. Ela é casada com o vereador Guilherme Nasser (PSDB).

Segundo informações de familiares das vítimas, que não quiseram se identificar, a fisioterapeuta dizia aos seus pacientes que estava passando por uma situação financeira difícil e os convencia a fazerem os empréstimos. O dinheiro era entregue a Fernanda, mas a dívida ficava em nome dos idosos. Os empréstimos, que giravam em torno de R$ 3.000, eram feitos em uma loja de eletrodomésticos da cidade. O pagamento seria descontado diretamente nas aposentadorias ou pensões recebidas pelas supostas vítimas.

O delegado Edimar Paula da Silva, do 4º Distrito Policial de João Monlevade, não quis dar detalhes sobre a investigação, mas informou que abriu um inquérito para apurar o caso. "Ainda não temos nada de concreto. Ficamos sabendo do caso por uma matéria publicada em um jornal da cidade. Só posso falar isso", disse.

A funcionária da loja Gláucia Patrícia acompanhou um desses episódios. Ela contou que Fernanda é uma cliente antiga e uma pessoa conhecida na cidade e, por isso, não desconfiou em momento algum que a situação poderia se tratar de um golpe. "Ela veio (ao estabelecimento) acompanhando os idosos. Eu fazia o empréstimo na financeira e o dinheiro caía na conta de quem fez o pedido. Eram pessoas idosas, mas estavam lúcidas, portavam documentos originais e verdadeiros. A solicitação passava por uma aprovação de crédito e, depois de três dias, era liberada. Não tinha como eu negar o empréstimo", afirmou.

De acordo com a funcionária, na última semana, duas famílias foram até a loja reclamar que os parentes teriam sido vítimas de um golpe. Eles teriam ficado indignados e questionaram o porquê de a financeira ter liberado as quantias. A partir daí, a gerência da loja começou a apurar o caso, que gerou grande repercussão na cidade.

A reportagem procurou Fernanda e o marido, o vereador Guilherme Nasser, mas eles não atenderam aos pedidos de entrevista.

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