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20/06/2010 - Jornal da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas usam nome de entidades filantrópicas para pedir doações

Passando-se por funcionários de instituições de caridade, golpistas estão ligando e até mesmo indo a residências para fazer pedidos de doações em dinheiro.

Na semana passada, uma mulher acabou sendo presa ao tentar aplicar o golpe na residência de um policial militar. Ontem, leitor entrou em contato com o Jornal da Manhã, dizendo que uma mulher teria ligado em sua casa para fazer um suposto agradecimento à sua esposa, por causa de uma ajuda financeira concedida à instituição.

Ao ser questionada sobre qual era o seu nome, além de se identificar apenas como “S”, a mulher se negou dizer qual era o nome da instituição e desligou o telefone. Desconfiado, o leitor ligou no número que estava gravado no bina e ouviu da mesma que se tratava de um asilo. Porém, ela não revelou o nome e novamente desligou o telefone.

Casos como esses são cada vez mais comuns na cidade. Quando um golpista é pego praticando esse tipo de ação, o mesmo é preso sob a acusação de estelionato. Porém, alguns cuidados simples podem ser tomados na hora de ajudar alguma instituição.

No Asilo São Vicente, por exemplo, a secretaria Daniela Mello explica que o local conta com o serviço de telemarketing. No entanto, ela alerta que no momento o asilo não está realizando novos cadastros de doadores via telefone. Além disso, alerta que no caso do recebimento das doações, normalmente feitas por um cobrador, o mesmo sempre estará devidamente identificado. “A pessoa que está doando tem o direito de pedir para que o recebedor se identifique. No nosso caso, ele sempre vai com crachá e documentação que comprove sua ligação com o asilo”, explica.

Já no Lar da Caridade, a presidente Ivone Aparecida conta que já passou por problemas em relação a pessoas se passando por prestadores de serviços para a instituição. “Muitos vão a bancos e até residências vendendo panos de prato e mel, por exemplo, dizendo que a venda dos produtos são para ajudar o Lar. Quando isso acontecer, a pessoa pode e deve pedir a autorização expedida por nós para que aquele indivíduo esteja vendendo esses produtos em nosso nome. Caso contrário, é estelionato”, ressalta.

Pregando que antes de fazer qualquer tipo de doação é preciso conhecer o local, Ivone reforça que nos casos de contatos telefônicos é importante a coleta de algumas informações importantes, como número do CNPJ, que pode ser facilmente consultado via internet. “É preciso que quem queira ajudar vá até a instituição, até para ver se aquela doação terá aplicabilidade. Além disso, é uma boa forma de se sentir mais seguro na hora de ajudar”, observa.

O delegado regional da Polícia Civil, Francisco Gouveia, é direto sobre esse tipo de doação. “É preciso conhecer o local o qual se está ajudando. Por isso, o ideal é ir até lá”, conclui.

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