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18/06/2010 - TV Canal 13 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PIAUÍ: Advogado nega acusações de estelionato e falsidade ideológica

Por: Yako Guerra


O advogado do ex-coronel José Viriato Correia Lima e José Araújo Miranda, o “Cobra”, Wendel Araújo de Oliveira, preso na manhã de hoje na pousada da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), em Luís Correia, por policiais da CICO (Comissão Investigadora do Crime Organizado), prestou depoimento sobre acusações de estelionato e falsidade ideológica.

Segundo o delegado da CICO, Danilo Melo, Wendel Oliveira ratificou o que já havia dito à imprensa, de que teria autorização para utilizar documentos do escritório do ex-ministro do STF, Dr. Pedro Calmon, advogado renomado com mais de 40 anos na área jurista, o que foi negado pelo próprio magistrado através de uma documentação enviada à CICO, com ofícios e declarações que negam qualquer envolvimento com o advogado de Correia Lima.

“Wendel Oliveira continua com seu discurso de que o Dr. Pedro Calmon o autorizou a lhe representar, fazendo uso de documentos timbrados com seu nome. No entanto já fomos notificados com uma documentação enviada pelo próprio Dr. Pedro, frisando que não possui qualquer envolvimento com Wendel e que desconhecia o uso de tais documentos”, explicou o delegado.

Wendel é acusado ainda de usar o nome do advogado Wilson Filho, da cidade de Palmas, em Tocantins. Sobre a acusação ele confirmou ao delegado Danilo Melo em seu depoimento, de que também estava autorizado a representar o colega de profissão.

Wilson Filho também enviou uma documentação à CICO constando ofícios e declarações que desmentem Wendel, afirmando que “não autorizou o Sr. Wendel a apresentar-se no Piauí como seu sócio”, “confeccionar cartões de apresentação o seu nome juntamente com o do réu”, e ainda a “atuar em processos, consultorias e demais atos advocatícios no Piauí, utilizando seu nome como sócio”.

Segundo o delegado Danilo Melo, se for condenado pelo crime de estelionato, Wendel Oliveira poderá ser receber uma pena de um a cinco anos de reclusão além de multa. O advogado de Correia Lima será encaminhado ao Comando Geral da Polícia Militar, onde ficará à disposição da Justiça.

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