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18/06/2010 - Zero Hora Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Taxistas aplicam golpe em brasileiros

Argentinos mal-intencionados enganam turistas ao repassar notas falsas de pesos, em prática que se tornou comum na cidade.

Com a invasão de brasileiros a Buenos Aires estimulada pela vantagem cambial do real sobre o peso, os brasileiros devem ficar atentos a um golpe cada vez mais comum na Argentina. Muitos taxistas portenhos se aproveitam da pouca familiaridade dos estrangeiros com as cédulas locais para repassar notas falsas aos turistas.

O alerta sobre o golpe está espalhado por locais como casas de câmbio e os aeroportos Ministro Pistarini (Ezeiza), e Jorge Newbery, localizado mais próximo ao centro da cidade. Nos textos direcionados a turistas, a recomendação é ter atenção redobrada não só nas corridas, mas em qualquer estabelecimento comercial argentino.

As autoridades têm até um nome para os períodos de férias e feriados, quando aumenta a ocorrência de casos como este – “a roda do dinheiro falso”. Segundo estimativas do Banco Central da Argentina, foram apreendidas 37,5 mil notas falsas no ano passado no país, 52% delas na capital. A Polícia Federal argentina alerta, porém, que esta é apenas uma pequena parcela do problema – 3% de todas as notas que circulam no país seriam falsificadas, um total de 296 milhões de cédulas. As mais visadas são as de 100 pesos (60%) e 50 pesos (18%).

E não só brasileiros são enganados. Mesmo falando espanhol, a economista Karen Romero Ochoa, 27 anos, de Guayaquil, no Equador, foi vítima dos falsificadores. Ela pagou o táxi com uma nota de 100 pesos e recebeu como troco uma cédula falsa de 50.

– Não percebi que era falsa até tentar usar a nota em uma danceteria. Aí, não aceitaram e me deram dicas de como identificar as notas falsas – conta a economista.

Para minimizar o risco de cair no golpe, uma dica é checar a textura do papel. Normalmente, a falsificação é grosseira, feita com papel comum. Outra sugestão, dada inclusive por autoridades, é memorizar os dois últimos números da cédula entregue. Há casos de taxistas que trocam a nota verdadeira recebida do passageiro por uma falsa, devolvendo-a sob a alegação de que não podem aceitar por causa de um pequeno risco a caneta. Nas casas de câmbio, o turista deve pedir notas menores ao trocar reais por pesos (confira mais dicas no quadro).

Em outro golpe comum, o passageiro entrega uma cédula de 100 pesos e o taxista, em uma troca discreta, devolve uma nota de 10 pesos, argumentando que o passageiro se enganou ao realizar o pagamento e exigindo a entrega de uma outra nota de 100. Alguns taxistas também usam bandeiras mais caras, para que a corrida tenha custo mais elevado.

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