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16/06/2010 - O Estado de São Paulo / Ag. Estado / BBC Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Executivo americano é acusado de fraude de US$ 1,9 bilhão

Ex-presidente de instituição financeira é acusado de desviar dinheiro de programa de ajuda a bancos.

O executivo Lee Farkas, ex-presidente da companhia hipotecária americana Taylor, Bean & Whitaker (TBW), foi indiciado na Flórida nesta quarta-feira sob acusação de envolvimento em fraudes que somam US$ 1,9 bilhão.

Preso na terça-feira, ele é acusado de desviar dinheiro de duas instituições financeiras e falsificar informações para ter acesso a recursos públicos do Programa de Alívio para Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), criado pelo governo americano para socorrer bancos em dificuldades financeiras.

Segundo a acusação, as fraudes começam em 2002 - época em que a instituição que Farkas comandava enfrentava problemas de fluxo de caixa.

"Farkas e seus cúmplices aparentemente se envolveram em um esquema para desviar mais de US$ 400 milhões do Colonial Bank, na Flórida, e aproximadamente outro US$ 1,5 bilhão do Ocala Funding, empresa controlada pela TBW e especializada em financiamento imobiliário", alega a acusação.

'Fraude massiva'

Segundo o processo movido pelo governo, o esquema fraudulento contribuiu para a quebra da TBW, em agosto passado, e também para que o Colonial Bank se tornasse alvo de intervenção dos agentes reguladores.

Farkas também é acusado de envolvimento na divulgação de falsas informações a imprensa, que sugeriam que o TBW havia investido no Colonial Bank. Com isso, o Colonial Bank alegou falsamente que cumpria condições para ter acesso a US$ 553 milhões do Tarp.

O procurador-geral assistente Lanny A. Breuer afirmou que documentos revelam que Farkas e seus companheiros participaram de uma "fraude massiva, surpreendente em escala e complexidade".

Nas palavras de Neil Barofsky, inspetor-geral do Tarp, o indiciamento revelou um "esquema sem precedentes, montado por executivos de duas grandes instituições financeiras para roubar mais de US$ 550 milhões do contribuinte americano.".

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