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11/06/2010 - Diário de Coimbra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Crimes na Internet estão a aumentar a um ritmo galopante

Por: Andreia Gomes


Os números reportam-se a Lisboa mas traduzem uma tendência nacional que começa a ganhar contornos preocupantes. A Polícia Judiciária registou, em 2009, 817 crimes ligados à internet e nos primeiros cinco meses deste ano o número de casos já passou os 1200. Dados avançados anteontem durante o seminário “ Cacth me if you can!”, sobre Cibercrime, organizado no âmbito da unidade Curricular de Auditoria Informática, do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC).
Armando Dias Ramos, Inspector da Unidade de Cibercrime da Policia Judiciária marcou o encontro com a revelação daqueles dados estatísticos e alertou o público para casos mais frequentes com que se deparam os investigadores. As burlas informáticas, o acesso ilegítimo, a devassa por meio informático e a pornografia em menores são os crimes que apresentam maior frequência. O inspector da PJ deixou ainda alguns conselhos a ter em conta como não colocar o endereço de bancos nos “favoritos”, certificar sempre que o site que se navega é seguro, nunca enviar informações pessoais quando solicitadas por e-mail ou páginas web e certificar que o computador tem todas as actualizações de segurança.
A violação de cartões de crédito foi outra chamada de atenção, pois têm sido frequentes os casos, sobretudo em bombas de gasolina, em que quando usado o cartão de crédito, o código magnético é copiado com máquinas especificas e graças às câmaras de filmar obtém-se o código pessoal do cliente, para mais tarde poder aceder à conta bancária.
Armando Dias Ramos terminou apresentando casos que ocorrem nas redes sociais como ameaças e extorsão, ciber bulling e devassa da vida privada, crimes mais comuns entre os mais jovens.
Este seminário pretendeu ainda dar a conhecer a legislação que protege os cidadãos portugueses em relação aos crimes que têm ocorrido no ciberespaço, e mostrar o que pode ser feito do ponto de vista judicial para detectar e eventualmente penalizar comportamentos contrários à lei.
Armando Veiga, docente de Direito Informático no ISCAC, iniciou a sessão com um esclarecimento do conceito de cibercrime, em que fez também um breve apanhado da evolução da legislação neste âmbito e definiu algumas tipologias dos cibercrimes e respectivas leis de punição. Salientou ainda que a Lei do Cibercrime é deficitária quanto ao combate ao crime económico e que incide mais na criminalidade considerada grave.
O seminário encerrou com questões colocadas pelos assistentes e o respectivo esclarecimento por parte dos convidados.

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