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09/06/2010 - DCI Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Segurança eletrônica é prioridade dos bancos

Por: Fernando Teixeira


SÃO PAULO - Soluções para minimizar fraudes, calotes e proteger informações são prioridades tanto para os bancos quanto para o varejo. O crescimento das empresas que oferecem soluções tecnológicas parece garantido pelos próximos anos, segundo as próprias empresas do setor.

Estes temas também devem nortear as discussões da 20ª edição do Ciab -Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, promovido pela Febraban, que começa hoje.

Uma das empresas que enxergam oportunidades de negócio na prestação de serviços tecnológicos para o mercado financeiro é a EZ-Security. A previsão é a de crescer 25%, ainda este ano. "Ano passado crescemos 60%", revelou diretor de Marketing da empresa Alexandre Guaraldo.

O volume de vendas da empresa girou na casa de R$ 21,5 milhões, no ano passado. A expectativa, em 2010, é de chegar aos R$ 27 milhões neste quesito.

O diretor da empresa, que tem como clientes Banco Itaú, BNDES e Banco Votorantim, disse que as instituições financeiras e empresas que trabalham com informações privilegiadas buscam soluções para evitar vazamento de informações e dados confidenciais. "Existe uma petrolífera angolana e empresas de outros países que buscam no Brasil tecnologias de proteção de dados."

Segundo Guaraldo, um dos produtos de grande aceitação que a empresa oferece é a classificação de informações. Ele conta que, depois que a informação é classificada, há um monitoramento do caminho que ela faz. "Se um usuário age de má-fé e tenta retransmitir a informação de um e-mail comum ou por outras formas, o sistema barra e avisa o RH da empresa da tentativa."

Guaraldo disse ainda que já existem ferramentas que criptografam a informação, tanto em desk- como em lap tops e periféricos como pen drives. "Se a informação estiver fora da rede da empresa, ela será bloqueada por mecanismos de rastreamento de informações", ressaltou ele. Outro setor que recorre à tecnologia para evitar calotes e receber cheques ou até mesmo documentos roubados é o varejo. Pesquisa realizada pela TeleCheque mostra que, no mês de abril, o índice de cheques fraudados no País ficou em 0,27%, percentual que representa uma queda de 22,86% em relação a março, quando o índice de fraudes com cheques atingiu 0,35%. Para o executivo Antonio Afonso, da OK Garante, braço tecnológico da Check OK, as medidas de segurança no varejo são incentivadas pelos bancos. "Os bancos não querem correr riscos com cheques devolvidos e CPFs falsos: isto gera custo e complicações aos clientes", destacou.

Afonso contou que a empresa dele tem 23 mil clientes que geram 5 milhões de consultas ao ano. "O volume operado por eles é de mais de R$ 600 milhões."

De acordo com ele, a região que mais busca soluções tecnológicas é o sul do País. "No sudeste a competição é maior e no nordeste e norte, o mercado se solidifica. O importante é ter base de dados."

Uma das novidades que a empresa desenvolveu foi aumentar o número de travas para efetuar um cadastro. "A intenção é inibir o fraudador. Oferecemos treinamentos aos varejistas, assim eles propositalmente afirmam dados errados da pessoa no preenchimento do cadastro. É a irritação que evita perdas."

Banco 24Horas

Outra solução tecnológica que pretende crescer no Brasil e oferecer mais segurança às transações com os bancos é a Rede Banco24Horas.

A ambição é atingir as classes C, D e E. Segundo TecBan, empresa que comercializa os caixas, a expansão deve ocorrer em regiões mais afastadas e na periferia das cidades.

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