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08/06/2010 - Correio Braziliense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatário é preso após aplicar golpe por dois anos em médico do DF


Um homem foi preso acusado de estelionato, nesta terça-feira (8/6). Há dois anos Jeferson André de Oliveira Santa Luzia, 34 anos, aplicava golpe em um médico de 63 anos, que foi lesado em R$ 44 mil.

De acordo com a delegada-chefe da Delegacia do Consumidor (Decon), Suzana Machado, Jeferson, se passava por corretor da Mongeral Seguros e Previdência, e todo mês pegava um cheque de R$ 3 mil na residência da vítima, que deveria ser aplicado na previdência privada. O corretor, inclusive, dava recibos da empresa.

Conversando com o seu contador, o médico foi instruído a ver quanto já havia contribuído para a previdência. De acordo com a delegada, ao chegar na empresa, ele levou um susto, pois descobriu que Jeferson não trabalhava mais no estabelecimento há dez meses. "O saldo que deveria estar com R$ 50 mil de contribuição estava apenas com R$ 6 mil", diz a delegada Machado.

A vítima apresentou os recibos à empresa, mas foi informado que aquele tipo não era mais usado e que deviam ser clonados. O médico procurou a delegacia para denunciar o golpe. Nesta terça-feira (8/5), Jeferson foi ao hospital onde a vítima trabalha para receber o cheque mensal. "Assim que o médico foi informado que Jeferson o procurava ligou para nós, que conseguimos prendê-lo no local", disse a delegada.

De acordo com ela, o acusado confessou o crime, mas disse que o médico era a sua única vítima. "Mas eu acho difícil de acreditar porque é um esquema muito bem bolado". Na delegacia, Jeferson justificou a ação dizendo que havia se divorciado e estava deprimido. A delegada vai checar também se Jeferson apresentou identidade verdadeira, já que a sua carteira é de Belém (PA).

A pena pelo crime de estelionato pode ser de dois a cinco anos de prisão. "Isso se não aparecerem mais pessoas que foram vítimas do golpe", disse a delegada da Decon.

A Decon vai agora buscar todas as pessoas que pararam de contribuir na corretora, para ver se foram vítimas do golpe. "Essa é uma prática utilizada por alguns falsários que ludibriam pessoas mais velhas, pela facilidade de ir buscar o dinheiro em casa", revela a delegada. Para ela, o melhor é que a própria pessoa deposite o dinheiro na conta da empresa. "Não confie em pessoa física, faça a transação pela internet ou vá ao banco que é mais seguro", avalia.

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