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08/06/2010 - Mais Comunidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação Loki combate fraudes em licitações de imóveis no DF

Trinta e duas empresas da construção civil, localizadas no DF, foram alvo da ação policial.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por intermédio da Divisão Especial de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública (DECAP), deflagrou, na manhã desta terça-feira (8), a operação batizada de “Loki”, que significa deus da trapaça, em alusão ao gigante da mitologia nórdica. A operação também contou com a participação da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (PRODEP).

Trinta e duas empresas da construção civil, localizadas no DF, foram alvo da ação policial, que objetivou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Criminal de Taguatinga.

As empresas-alvo são suspeitas de envolvimento em fraudes relacionadas a processos de licitações públicas e acordos ilícitos com as administrações regionais do DF.

Nos locais, os policiais apreenderam documentos fiscais e contábeis; arquivos físicos e eletrônicos; computadores; notebooks; pendrives e mídias diversas.

Pelo menos 176 policiais civis, de todos os departamentos da PCDF, entre delegados, agentes, escrivães e peritos, realizaram esse trabalho. A ação contou, ainda, com o apoio da Divisão de Operações Especiais (DOE).

Segundo o apurado, tais empresas, em dezembro de 2008, apresentaram irregularidades, como a combinação entre concorrentes e servidores públicos para fraudar o caráter competitivo das licitações.

As investigações da PCDF iniciaram com o objetivo de apurar essas possíveis irregularidades na contratação de obras, mediante convites elaborados pelas administrações regionais do DF.
Em janeiro deste ano, promotores de justiça apreenderam processos, os quais, segundo a denúncia, estavam sendo “montados”, em sala fechada, na presença do administrador regional de Águas Claras.

Tal fato alavancou as suspeitas de que não havia competição em relação às propostas apresentadas e de uma possível conspiração entre os servidores públicos envolvidos, empresas participantes das licitações e membros das administrações regionais, em favor de determinadas empresas, as quais deveriam sair vencedoras.

Foi identificada, ainda, uma série de irregularidades nos certames, como a apresentação de propostas idênticas e com erros; semelhança nos valores e objetos contratados e ausência de assinaturas nas atas de abertura dos convites.

A PCDF continua as investigações de contratos e processos licitatórios suspeitos, realizados pelas administrações regionais de todo o DF, avaliados em mais de 15 milhões de reais.

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