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07/06/2010 - O Estado de São Paulo / Ag. Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-delegado-geral é suspeito de encobrir fraude em SP


Maurício Lemes Freire, ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo (2007-2009), está sendo investigado sob acusação de sumir com papéis sobre irregularidades no concurso para perito criminal ocorrido em 2005. Ele teria recebido documentos das mãos de cinco integrantes da banca examinadora, que acusavam o presidente da banca, o perito criminal Osvaldo Negrini, de ter alterado as notas de candidatos reprovados para aprová-los.

Freire, que é defendido pelo ex-secretário da Segurança, Ronaldo Bretas Marzagão, nega tudo. Na época, o delegado era o diretor da Academia da Polícia Civil - ele só assumiria a delegacia-geral um ano e meio depois.

Ao todo, os peritos da banca suspeitavam que 36 candidatos teriam sido indevidamente incluídos entre os aprovados, enquanto um aprovado foi desclassificado. O grupo pedia o afastamento de Negrini e a exclusão dos beneficiados ilegalmente. Freire presidia a Congregação da Academia, que tinha poder para cancelar concurso ou afastar Negrini, o que não ocorreu.

Segundo os peritos da banca, Freire folheou os documentos. A reunião ocorreu em seu gabinete, em 7 de novembro de 2005. Mas os papéis jamais chegaram à Corregedoria da Polícia Civil e nem foi aberta sindicância na Academia para verificar supostas irregularidades. Dos aprovados irregularmente na primeira fase, dois conseguiram passar na segunda, tornando-se peritos.

Freire negou, em depoimento prestado à Corregedoria da Polícia Civil, que tenha encoberto a fraude no concurso. O ex-delegado-geral disse que a denúncia não foi protocolada e apenas mencionava supostas irregularidades. Em um primeiro depoimento, admitiu conhecê-la e afirmou ter contado com a anuência dos integrantes da banca e do então delegado-geral, Marco Antônio Desgualdo, para resolver o caso sem cancelar o concurso.

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