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01/06/2010 - Extra Alagoas Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Viúva de Bananeira é acusada de estelionato e de “quebrar" o mercado de fumo em Arapiraca

Golpe teria rendido cerca de R$ 10 milhões à Lúcia Bananeira e levou à falência mais de 100 agricultores que entraram na justiça para receber dinheiro do espólio de Severino da Bananeira.

A empresária Lúcia Bananeira, segunda esposa do empresário Severino José da Silva (Severino da Bananeira), já falecido, está sendo acusada de aplicar um golpe mi-lionário em mais de 100 fornecedores de fumo em corda de Arapiraca, que venderam, em 2008, à empresa Incasil, que Lúcia administrava, mais de 700 toneladas de fumo de primeira qualidade, que custam hoje, a preço de mercado, mais de R$ 10 milhões.

Falidos e sem recursos para tocar o plantio, os agricultores entraram na Justiça para receber o dinheiro da Incasil, que hoje está sendo admi-nistrada pela primeira esposa de Severino da Bananeira, a empresária Berenice Araújo da Silva, que trava uma verdadeira batalha judicial pelo espólio milionário do ex-marido com a empresária Lucia Bananeira, sócia-proprietária de várias empresas em Arapiraca, com domínio no mercado de bebidas alcoólicas na região Agreste.

De acordo com o advogado Raimundo Palmeira, que defende na justiça os interesses da família da empresária Berenice, dezenas de agricultores que venderam o fumo paran a empresária Lúcia Bananeira estão sem recursos para trabalhar e querem receber o dinheiro do espólio dos herdeiros. "Dentre líderes dos agricultores que perderam dinheiro estão Edson, Jailson Mamao e Moacir", revelou o advogado.

De acordo com uma fonte, que pediu para não ser identificada, a empresária Lúcia Bananeira premeditou o golpe em conluio com o grupo empresarial Maratá. "Quando dirigia a Incasil, Lúcia comprou e não pagou 700 toleladas de fumo dos fornecedores e vendeu o produto a preços abaixo de mercado ao Grupo Maratá, com sede na cidade de Lagartos, em Sergipe, que na realidade é uma empresa concorrente da Incasil", observou a fonte para acrescentar que hoje o Grupo Maratá dita às regras do mercado de fumo de Arapiraca.

A fonte revelou ainda que em virtude do golpe planejado por Lúcia o mercado de fumo em corda sofreu um abalo histórico, já que grande parte dos agricultores não tem como plantar por falta de dinheiro. E quem consegue plantar fumo é obrigado a vender ao grupo sergipano por preços abaixo da tabela, por absoluta falta de opção. A situação é bem mais complicado do que parece", disse um agricultor, que também foi vítima do golpe.

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