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02/06/2010 - Agência RBS / Jornal de Santa Catarina Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresário é suspeito de estelionato


BLUMENAU - Suspeito de oferecer cotas de patrocínio em nome da Polícia Militar para o passeio ciclístico promovido pela corporação, o empresário Nei Silva prestou depoimento segunda-feira na Delegacia de Polícia Civil. Ele foi ouvido na companhia do advogado e liberado em seguida. Silva responde a processo onde é acusado de tentar extorquir integrantes do governo do Estado para cobrar um suposto débito de R$ 1,4 milhão. Segundo o empresário, a acusação de estelionato, feita pela Polícia Militar de Blumenau, seria uma represália fruto do processo que ainda corre na Justiça.

O caso é investigado na 2º Delegacia de Polícia, após abertura de inquérito. Segundo as denúncias, Nei Silva teria ligado para empresas em nome do comando da Polícia Militar. Ele teria solicitado o valor de R$ 300 por um anúncio feito por um carro de som, que circularia durante o passeio, ocorrido no último sábado. A PM afirma que teria flagrado o empresário tentando receber o dinheiro da comercialização do anúncio de uma empresária.

O advogado de Silva, Benjamin Coelho, afirma que Nei Silva fez a divulgação com carro de som no dia do passeio, mas possui toda a documentação fiscal que comprova a legalidade das negociações:

– Ele (Nei Silva) não cometeu crime algum. A PM, num ato de abuso de autoridade, tentou criar uma situação para prendê-lo.

Nei Silva é autor do livro A Descentralização no Banco dos Réus. A obra, que traria denúncias contra o governo do Estado, teve a publicação embargada pela Justiça.

Contraponto

Silva afirma que possui provas da legalidade das negociações com a publicidade. Ele acredita que o flagrante feito pela Polícia Militar é fruto de uma perseguição política:

– Isso não é uma coincidência. Estou sofrendo uma perseguição fortíssima. Faz exatamente dois anos que fui acusado de extorsão pelo grupo do ex-governador Luiz Henrique da Silveira.

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