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06/02/2006 - Correio Web Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF desbarata quadrilha de estelionatários no DF


Em uma operação realizada simultaneamente no Distrito Federal, São Paulo e Uberlândia, a Polícia Federal de Brasília desmontou uma quadrilha de estelionatários especializada no chamado “golpe três por um”. Integrantes do bando se passavam por senadores ou deputados e ofereciam supostas quantias em dinheiro ilícito em troca de um terço do montante negociado. A polícia já identificou oito integrantes da quadrilha. Dois foram presos nesta segunda-feira. A estimativa é que o bando tenha arrecadado mais de R$ 2 milhões ao longo dos últimos sete anos.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, a quadrilha atuava em praticamente todos os estados, principalmente Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Brasília. A polícia requisitou a prisão preventiva dos acusados, mas teve o pedido negado pelo Ministério Público. Segundo a decisão, os envolvidos não oferecem perigo à população. Apesar disso, duas pessoas foram detidas, os irmãos Elias e Getúlio José da Silva.

“Começamos a investigar o caso há seis meses através de denúncias anônimas. Pretendo, se possível, pedir a prisão preventiva dos outros envolvidos”, diz o delegado da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, Wesley Almeida. Elias é acusado de ser um dos mandantes da quadrilha. Assim como seu irmão, ele foi preso por desobediência, porte ilegal de arma e desacato.

Na manhã desta segunda-feira, a Polícia vasculhou a casa dos envolvidos no Gama e em Águas Lindas. Foram apreendidos R$ 10 mil em dinheiro, dólares, dois carros de luxo, 11 celulares, oito malas, uma espingarda calibre 12, três revólveres calibre 38, munições jóias e relógios. Eles serão indiciados por estelionato e formação de quadrilha. A pena neste caso pode passar de cinco anos de reclusão. O alvo dos estelionatários eram fazendeiros e empresários.

Golpe
Um dos integrantes da quadrilha se apresentava às vítimas como “senador Guimarães ou deputado Ronaldo”. Em seguida alegava possuir dinheiro frio proveniente de sobras de campanha ou caixa 2. O estelionatário oferecia trocar o dinheiro na proporção de três por um. Para convencer a vítima, em um primeiro contato eram apresentadas notas de verdade. Posteriormente, no momento da troca, que geralmente ocorria em hotéis, era entregue malas no modelo 007 com notas sem valor.

Apesar dos estelionatários usarem o nome de supostos políticos, a Polícia Federal disse que não existe a participação de parlamentares “de verdade” no caso. A PF investiga a participação de oito pessoas na quadrilha.

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