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26/05/2010 - DCI Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Executivos mostram preocupação com fraudes corporativas


SÃO PAULO - Pesquisa da consultoria Ernst & Young com executivos de grandes empresas aponta a que 76% dos entrevistados notaram que o conselho das companhias está cada vez mais preocupado com a possibilidade da responsabilidade pessoal em fraudes, suborno e corrupção. Mais do que isso: os entrevistados acreditam que os conselhos não estão suficientemente preparados para lidar com os novos riscos do cenário de retomada da economia.

Os boards são percebidos como especialmente preocupados com o tema na América Latina (95%), no Oriente Médio e na África (87%), Europa central e oriental (84%) e Austrália (81%). A despeito desse cenário no continente, o Brasil se destaca positivamente na comparação com os demais países do BRIC. De forma geral, a percepção é de que o bloco está mais maduro na coordenação de esforços antifraude, com a Rússia atrás dos demais em áreas-chave, mas o grupo deixa a desejar no quesito due diligence.

As respostas de mais de 1,4 mil diretores financeiros e chefes de auditoria interna, área legal e de compliance em grandes empresas de 36 países também mostram que a fraude parece aumentar significativamente em algumas regiões consolidadas - por exemplo, a Europa ocidental, que viu o número de empresas com uma experiência relevante de fraude saltar de 10% para 21% em dois anos. Os níveis também são altos na América Latina (21%) e no Oriente Médio e África (18%).

A despeito dessa preocupação, os conselhos não parecem agir para aumentar a própria proteção. De forma preocupante, só quatro em cada dez diretores entrevistados foram acionados para revisar controles antifraude e de corrupção nos 12 meses anteriores à pesquisa - e apenas 28% receberam a solicitação de desenvolver um relatório sobre riscos de fraude.

"O combate a essas práticas é uma prioridade em muitos dos principais mercados, até em função da redução de recursos. Estabelecer um procedimento de relatórios regulares de riscos é uma medida prudente, que auxilia os gestores a identificar as situações mais delicadas", afirma José Compagno, sócio de Assessoria da Ernst & Young.

Passada a crise, muitas companhias estão agora buscando novas oportunidades, que podem surgir pela entrada em novos mercados ou por meio de aquisições. Esses esforços podem gerar uma exposição a muitos novos riscos - incluindo corrupção e fraude. Para minimizar isso, o due diligence antes das aquisições tem sua importância redobrada. Porém, 30% dos respondentes afirmaram que raramente ou nunca adotam tais procedimentos de verificação de contas nas empresas adquiridas. Mesmo no pós-aquisição, 42% admitem que o processo é raro.

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