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25/05/2010 - Bom Dia Sorocaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Notas de R$ 50: ‘vedetes’ dos falsificadores, diz BC

Por: Ulisses de Oliveira

Analistas passam por Bauru para palestra sobre segurança com dinheiro.

Entre as cédulas mais falsificadas, a de R$ 50 já é a preferida dos bandidos. A de R$ 100 vem na sequência. A afirmação é dos analistas do BC (Banco Central) Valdir Rodrigues e Keiko Marmore da Silva Guimarães, que estiveram nesta terça na Acib (Associação Comercial de Bauru) para palestra sobre segurança no trato com o dinheiro.

Em entrevista à tarde, os especialistas afirmaram que somente em 2009, 490 mil cédulas falsificadas (de todos os valores) foram identificadas e recolhidas pelo BC. Este ano, até agora, são 120 mil. O Estado de São Paulo ganha destaque neste contexto, porque responde por 37% desse recolhimento.

A quantidade de células circulantes é de 4 bilhões no país, conforme afirmam. “Quem mais sofre é o comércio local e o consumidor final, que não tem seu dinheiro restituído. Essa é a razão de estarmos aqui hoje [terça-feira]: prevenir prejuízos com essas falsificações”, afirmou Keiko.

Falta de troco

De acordo com o presidente da ACIB (Associação Comercial e Industrial de Bauru), Cássio Nunes Carvalho, Bauru enfrenta outro desafio. “É falta de troco com a ausência de moedas e cédulas de baixo valor, como as notas de R$ 2.”

Segundo o analista de fiscalização Valdir Rodrigues, mais de 15 bilhões de moedas estão sob a guarda de transportadoras, que prestam serviços aos bancos do país.

“A relação dos bancos com os clientes muitas vezes é antiética. É custoso pôr em circulação as moedas, por isso não chega ao comércio.”

Para amenizar a situação, o BC, além de estar fiscalizando a distribuição, pretende instalar caixas automáticos especializados no fornecimento de troco. Os locais seriam as agências do Banco do Brasil.

Dados do BC informam que mais de três bilhões de moedas de R$ 0,01 estão em circulação. “O cidadão não pode aceitar balinha na hora do troco. Deve exigir cada centavo”, recomenda Keiko.

Pequenos cuidados previnem grandes prejuízos

A incidência de falsificações de cédulas fez com que o BC intensificasse suas ações para prevenir fraudes e, consequentemente, prejuízo aos cidadãos.

Em fevereiro deste ano, a instituição lançou a chamada segunda família de cédulas de real.

Os novos modelos vão coexistir até a total substituição dos modelos atuais. As novas cores e tamanhos vão dificultar a impressão em papel comercial apoiada pela computação gráfica – técnica mais usada pelos fraudadores

Mas enquanto elas não chegam as principais dicas para prevenir prejuízos são verificar a marca d´água, a estrela símbolo das armas nacionais nos dois lados da cédula e checar relevo e textura do papel. É válido também, sempre que possível, comparar uma cédula suspeita com outra.

Fui vítima. E agora?

Os analistas alertam que há casos de gente que sacou cédulas falsas em caixas de auto-atendimento bancários. Nesse caso específico, deve-se procurar o gerente da instituição. Se a agência estiver fechada, recomenda-se tirar extrato de movimentação bancária e registrar B.O. para, em seguida, recorrer ao banco. O banco enviará a cédula ao BC para análise.

A pena para os falsários é de dois a 12 anos de prisão. Para quem passa, a pena varia entre três e 12 anos.

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