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26/05/2010 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende mais um acusado de fraude; 26 estão foragidos

Por: Bruno Garcia

Um dos procurados pela Polícia está fora do País e a Interpol foi acionada para a captura.

A Polícia Federal confirmou, no final da tarde desta quarta-feira (26), a prisão de mais um procurado da Operação Jurupari, deflagrada no último dia 21 e que desarticulou uma suposta rede criminosa de extração, transporte e comércio ilegal de produtos florestais na Amazônia mato-grossense. Os danos ambientais, segundo a PF, chegam a R$ 900 milhões.

A informação é de que um engenheiro florestal, cujo nome não foi revelado (uma norma da PF), foi preso no município de São José do Rio Claro (315 km a Médio-Norte de Cuiabá). Ele foi preso em um hospital da cidade.

Segundo a PF, o engenheiro já havia se manifestado por meio de advogados, afirmando que iria se entregar, mas não o fez. Agora, do total de 91 mandados de prisão preventivas expedidos pela Justiça Federal, 26 continuam em aberto.

A Polícia Civil de Mato Grosso, em cooperação com a PF, realizou a prisão do engenheiro e também fará a oitiva dele, por meio de carta precatória. O delegado que preside as investigações informou que os relatórios do inquérito serão encaminhados à Justiça a partir do dia 31 de maio, prazo da conclusão das investigações.

Estão presas, até o momento, 65 pessoas, sendo 33 em Cuiabá, 27 em Sinop, um em Brasília, um em Belo Horizonte, um no Espírito Santo e dois em São Paulo. A Polícia Federal ainda procura 26 foragidos, sendo que um deles estaria no exterior (o país não foi revelado). Sabe-se que se trata de um produtor rural.

A operação

As investigações começaram há dois anos e foram detectadas irregularidades praticadas por servidores, engenheiros e proprietários em, pelo menos, 68 empreendimentos e propriedades rurais.

Dentre os presos estão madeireiros e proprietários rurais, engenheiros florestais e servidores da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) que eram responsáveis por produzir e aprovar licenciamentos e Planos de Manejo Florestal fraudulentos, necessários à legalização e comércio de madeiras extraídas no interior dessas áreas públicas.

Eles são acusados de formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva, furto, grilagem de terras, falsidade ideológica; inserção de dados falsos em sistema de informática. Além de diversos crimes previstos na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98).

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