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25/05/2010 - Portal Exame Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Gestores estão preocupados com risco de fraudes

Por: Luciana Carvalho

Segundo estudo da Ernst & Young, Brasil apresentou melhora, mas América Latina é maior alvo de preocupação.

São Paulo - Com a retomada da economia mundial, aumento de aquisições e abertura para novos mercados e negócios, gestores demonstram preocupação em relação a risco de fraudes, corrupção e suborno nas companhias. É o que aponta uma pesquisa global de fraudes feita pela empresa de auditoria Ernst & Young, entre novembro de 2009 e fevereiro de 2010. Mais de 1.400 diretores financeiros e chefes de auditoria interna de companhias privadas de 36 países participaram do levantamento.

O estudo revelou que, para 95% dos entrevistados, a América Latina é a região mais preocupante, seguida pelo Oriente Médio e África, com 87%, Europa central e oriental, 84%, e Austrália, com 81%. O Brasil é o país que inspira mais confiança, se comparado ao grupo do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e (China), tendo destaque na manutenção de bancos de dados relativos a fraudes e nos processos em curso para promover aderência à legislação internacional anticorrupção.

Ainda de acordo com a Ernst & Young, as fraudes têm aumentado também em regiões onde não eram tão comuns. Na Europa ocidental, por exemplo, o número de empresas ligadas à corrupção aumentou de 10% para 21% em dois anos. América Latina, Oriente Médio e África também apresentam índices altos, com 21% e 18%, respectivamente.

Apesar de receosos ao contexto atual, os gestores que responderam à pesquisa também se mostraram pouco cuidadosos. Deles, 76% têm medo de que, em caso de fraude, sejam responsabilizados pelo problema. No entanto, a maioria ainda não adota medidas de proteção. Apenas 40% dos entrevistados revisaram controles contra fraudes no último ano anterior à pesquisa e 28% deles receberam pedidos para elaborar relatório sobre riscos de fraude.

Outros procedimentos para evitar irregularidades, como a análise de documentos e informações contábeis, o chamado due diligence, ainda ficam em segundo plano.

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