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21/05/2010 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Acusado de fraude, ex-conselheiro do TCE é preso em MG

Por: Antonielle Costa e Rafael Costa

O filho, empresário Rodrigo Spinelli, foi preso em Cuiabá e já foi recilhido à Polinter.

O ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Ubiratan Spinelli, está detido na sede da Polícia Federal em Belo Horizonte (MG), acusado de integrar um suposto esquema de crimes ambientais e fraudes no âmbito da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Sema). Ele foi preso no começo da manhã desta sexta-feira (21), durante a deflagração da Operação Jurupari.

Ex-deputado estadual (foi presidente da Assembleia Legislativa) e deputado federal, Spinelli é empresário do setor madeireiro e dono da Lagoa das Conchas Reflorestamento.

Seu filho, o empresário Rodrigo Spinelli, também foi preso, hoje pela manhã, na casa da família, no bairro Goiabeiras, na Capital. Ele prestou depoimento na Polícia Federal e foi encaminhado, no começo da tarde, para a Polinter.

Segundo as informações, a prisão de de Ubiratan Spinelli se deu em função da constatação de irregularidades ambientais na Fazenda Infinito, notadamente, no plano de manejo, sob a responsabilidade da empresa Lagoa das Conchas, em nome de Rodrigo, Viviane e Marina Spinelli, filhos do ex-conselheiro.

Bloqueio de R$ 42 milhões

A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens dos acusados no valor relativo a possíveis danos ambientais: R$ 42.484.557,41.

A Operação Jurupari cumpre 91 mandados de prisão preventiva e 91 mandados de busca e apreensão para desarticular uma quadrilha que, por meio de danos ambientais, desviou em média R$ 900 milhões dos cofres públicos.

De acordo com o advogado André Jacob, Spinelli foi preso porque tinha uma empresa em seu nome que atuava no ramo de consultoria ambiental e prestava serviço às empresas que detinham contratos com o poder público. A empresa, segundo ele, encerrou suas atividades em 2008.

O assessor jurídico antecipou que vai analisar a decisão do juiz federal Julier Sebastião da Silva para ingressar, no sábado (22), com um pedido de habeas corpus no TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, em Brasília.

A operação da PF atinge diversos municípios de Mato Grosso e os Estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande Sul e Espírito Santo.

As investigações iniciaram há dois anos, quando foram detectadas irregularidades praticadas por servidores, engenheiros e proprietários em pelo menos 68 empreendimentos e propriedades rurais.

Eles são acusados de formação de quadrilha; corrupção ativa e passiva; furto; grilagem de terras; falsidade ideológica; inserção de dados falsos em sistema de informática. Além de diversos crimes previstos na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98). A Justiça Federal já decretou a indisponibilidade de bens de todos os envolvidos.

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