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28/04/2007 - Gazeta Web Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

BC: 85 mil notas falsas foram apreendidas em 2007


O Banco Central (BC) divulgou que neste ano, até o início de abril, já foram apreendidas 85,7 mil notas falsas, média mensal de 28.566, 800% acima do registrado em 1995.

De acordo com O Dia, no Rio de Janeiro, foram descobertas 11 mil cédulas falsas.

O Estado é o segundo no ranking de falsificações, perdendo apenas para São Paulo, centro financeiro do País, com 24 mil. Por isso, o BC iniciou campanha recomendando que cada cidadão deixe a vergonha de lado e coloque a nota que acabou de receber sob criteriosa vigilância, tudo para ver se, de fato, é real.

Segundo o chefe-adjunto do Departamento de Meio Circulante do BC, Cláudio Lagoeiro, é mesmo preciso perder a vergonha. "Ninguém fica constrangido de fazer isso nos Estados Unidos ou na Europa. Pelo contrário, lá é muito comum", afirma, lembrando que a estabilidade econômica, que mantém o real valorizado, serve de estímulo para os falsificadores.

No ano passado, o BC apreendeu R$ 22 milhões em dinheiro falso. No total, foram 570.386 notas, sendo 68 mil no Rio. Como a conta da fraude pesa no bolso de quem recebeu a moeda, verificar a cédula entregue mesmo pelo mais insuspeito dos clientes vai se tornando aos poucos um ritual repetido religiosamente por todo o comércio.

A orientação do Banco Central, em caso de suspeita, é não receber a nota. Mais importante ainda: também não se deve passar a cédula adiante. Repassar notas falsificadas intencionalmente é crime de estelionato, que tem pena de seis meses a até dois anos de cadeia. Quem fabrica, guarda ou vende cédulas falsificadas comete o crime de moeda falsa e pode ser condenado de três a 12 anos de prisão.

Se receber o dinheiro falso e só perceber depois, o procedimento correto, segundo o BC, é encaminhar a nota para exame nos bancos.

Caso o dinheiro tenha sido sacado em caixa eletrônico, é recomendado comunicar o fato, o mais rapidamente possível, ao banco em que se retirou o dinheiro. Para comprovar que não houve má-fé, é preciso recorrer a testemunhas. Tirar um extrato bancário imediatamente no mesmo caixa e registrar a ocorrência numa delegacia de polícia são outros procedimentos indicados.

"O BC tem que aprimorar as cédulas, para evitar fraudes. É preciso pensar em algo mais avançado", alerta Roberto Cury, vice-presidente de Relações Institucionais do Sindicato dos Lojistas do Município do Rio.

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